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Estudantes e professores levaram muito mais gente às ruas que o bolsonarismo. Risco de autogolpe caiu. Mas, surpresa: a pauta das contrarreformas não refluiu. Por que?
Ao renunciar à candidatura à presidência, ela qualificou-se como estrategista da vitória sobre a direita – agora mais possível que nunca. Seu gesto diz muito, a Brasil às voltas com Bolsonaro e a uma Europa ameaçada pelo neofascismo
Menos de seis meses após a posse, centenas de milhares protestam contra Bolsonaro. Atos sugerem caminho para enfrentar ultra-capitalismo e ignorância, mas expõem lacuna: falta saída alternativa
Atuação subterrânea foi decisiva para a vitória de Bolsonaro, mas é inegável que a “nova direita” colocou a política “dentro de casa”, unindo “atualizados” e “obsoletos”. Sem projeto de futuro, esquerda assiste inerte
Sob o “atualismo”, acaba a disputa de projetos e sociedade divide-se entre “atualizados” e “obsoletos”. Um conjunto de entrevistas ajuda a compreender por que a direita está se saindo melhor, neste novo cenário
O projeto da transformação social está sendo pressionado pelo “atualismo” — a noção de que todas as mudanças se fazem dentro do sistema e o mundo se divide em “atualizados” e “obsoletos”. Por que a esquerda está perdendo este debate?
Em situação de forte desvantagem, com artilheiro fora de campo e arbitragem desleal, é preciso tática, calma e perseverança. Na política como no futebol. Construiremos um contra-ataque?
A militante que fustigou o capital por três décadas foi também a teórica que se opôs tanto à impotência da esquerda quanto ao autoritarismo em nome da revolução
Adotado pelo Brasil há duas décadas, encarceramento em massa é completo fracasso. Para escondê-lo, direita ataca Lula. Esquerda cai na cilada
Quais os próximos passos (e dilemas) da resistência bolivariana? Caracas ficará sozinha frente ao acosso dos EUA? Como enfrentar o projeto trumpista de recolonização da região? Seria possível construir uma cooperação entre países latino-americanos que garanta paz e soberania?
Ao sequestrar Maduro e escancarar o projeto de submissão da América Latina, Trump revela força e fraqueza. EUA expõem sua condição de opressores. Agora é prioritário afastar sua enorme influência, em particular no Brasil. Há caminhos para isso
Ninguém pode mais ignorar que vivemos ameaça sem precedentes. Há dúvidas de que o país precisa se preparar militarmente; e de que esse esforço tem que incluir armamento nuclear? Não podemos vencer uma superpotência; mas devemos ser capazes de dissuadi-la
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