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Para se isentar da responsabilidade por provocar o conflito na Ucrânia, EUA e UE usam a mídia e pintam Putin como louco. Parecem dispostos a tudo pela hegemonia no próximo século. Mas o que esperam ao fustigar seguidamente Rússia e China?
• Centro Brics de Pesquisa e Desenvolvimento de Vacinas • ButanVac parece eficaz e segura • Anticoncepcional masculino? • Centro de inovação USP-Shenzhen • Depressão e internet •
Papel da mídia como máquina de propaganda está claro: para o Império, urge retomar a hegemonia e destruir adversários asiáticos, como Rússia e China. É preciso fazer a crítica desse jogo a partir de um ponto de vista dos trabalhadores
Por décadas, Washington viu Brasília como aliada contra Moscou. Tendência virou quando avanço brasileiro ameaçou hegemonia geopolítica de Tio Sam na América Latina. Nos 2000, quando começávamos a deslanchar, veio o grande golpe
País perde oportunidade histórica com a China, que precisa de parceiros no Sul Global. Isolado, Itamaraty vê parcerias de Pequim deslocarem-se para África e Argentina. Pária, arrisca-se a perder laços históricos também com Índia e Rússia
Polêmica: artigo publicado por Outras Palavras tenta transformar informações dúbias e opiniões em fatos: Suas fontes: apenas oposicionistas e velha mídia. Por trás da análise da covid no país, os interesses ocidentais e a demonização de Putin
Governo ensaiou lockdown, mas atrapalhou-se e cedeu a uma reabertura desorganizada. Mesmo ignorados pelo neoliberalismo cego, movimentos sociais articularam-se em coalizão inédita desde Mandela, e foram às ruas em solidariedade
Em série internacional de análises, as respostas distintas das potências emergentes — agora menos unidas — a um desafio semelhante. O que a crise escancarou? Como responderam os governos? Como se mobilizam as populações?
As três fases de desenvolvimento, a partir da revolução. A articulação entre setor privado cada vez mais forte e a coordenação do Estado. As mudanças globais resultantes, segundo teóricos como Wallerstein e Giovanni Arrighi
Tropas dos EUA na Amazônia. Venda da Embraer. Perda da soberania brasileira em Alcântara. Em contrapartida, acesso a um fundo obscuro e a informações genéricas. Bolsonaro ratifica documento que reduz país à subalternidade
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
Democracia liberal parece esgotada. Em crise, a dominação ocidental torna-se mais agressiva – e ameaça o planeta. Quais os caminhos para alternativas? Nossa Retrospectiva relata outro ano em busca de saídas e convida a um 2026 decisivo
Acordo Mercosul-UE pode aprofundar a reprimarização brasileira e a subordinação geopolítica, afinal, recursos hídricos para implantação de data center e reservas de terras raras do país são cobiçados. Para freá-lo, o exemplo europeu: mobilização dos trabalhadores
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