O Brasil pressionado

Entidades cobram que governo brasileiro se junte a países pobres em luta por quebra de patentes

Este texto faz parte da nossa newsletter do dia 4 de fevereiro. Leia a edição inteira. Para receber a news toda manhã em seu e-mail, de graça, clique aqui.

Desde cedo o Brasil decidiu fazer pouco caso do problema do acesso às vacinas (como se estivesse em posição confortável para isso) e, contrariando seu histórico, ficou ao lado das nações ricas na discussão sobre a quebra de patentes. O colunista do UOL Jamil Chade afirmou que entidades nacionais e estrangeiras têm pressionado o governo a mudar sua postura.

“Assim como nossos colegas indianos e sul-africanos, conhecemos bem o impacto que as patentes causaram na resposta ao HIV/Aids, à hepatite C e a outras tantas doenças, deixando milhões de pessoas ao redor do mundo sem acesso aos medicamentos que poderiam salvar suas vidas. O tratamento em massa para essas doenças só se tornou possível quando as patentes foram superadas e começaram a surgir novas fontes de abastecimento, especialmente versões genéricas mais baratas”, dizem, em carta elaborada pelo GT sobre Propriedade Intelectual, 19 entidades da sociedade civil, movimentos sociais, grupos de pacientes, ativistas e pesquisadores. Entre os signatários estão a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS, a Conectas Direitos Humanos, a Federação Nacional dos Farmacêuticos e o Médicos Sem Fronteiras.

Este texto faz parte da nossa newsletter do dia 4 de fevereiro. Leia a edição inteira. Para receber a news toda manhã em seu e-mail, de graça, clique aqui.

Gostou do texto? Contribua para manter e ampliar nosso jornalismo de profundidade: OutrosQuinhentos