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Em SP, burocracia e verbas atrasadas deixam crianças e adolescentes ameaçados de morte desprotegidos. 48% das ameaças vêm de policiais e 36% de grupos criminosos
Por José Cícero da Silva, na Pública
Juristas, intelectuais, artistas afirmam: ao manter Juraci, Ricardo e Luciano encarcerados, Justiça de SP amplia “escalada do Estado de Exceção […]
México registra três assassinatos em março. Homicídios dispararam a partir de 2010, no continente: oligarquias sentem-se impunes para frear investigações a bala
Por Guilherme Henrique, na Calle2
Polícia matou 2,5 pessoas por dia, até início de abril. Assassinatos predominam nas periferias, mas ocorrem também em bairros centrais. Estatísticas omitem cor de pele das vítimas
Chacina na Gleba Taquaruçu atinge longa luta por terra e produção cooperada. Mas não é exceção: no ano do golpe, […]
Encerrada a greve, emerge brutal “normalidade”. E fica o rastro de 147 mortes, vítimas do “ajuste fiscal” e da “democracia securitária” em que estamos afundando
O ajuste fiscal, que acabou com todos os programas sociais, agora cobrou seu preço. Governador se vê em beco sem saída: PM, sua truculenta protetora, rebela-se
Causas do caos não estão em Vitória – mas numa dívida ilegítima, imposta em nome da ortodoxia econômica. Como ela se formou? Por que anulá-la?
Por J. Carlos de Assis, no Movimento Brasil Agora
Estudos sugerem que uma em cada três entre elas sofre violência sexual. Disputas pela terra e alcoolismo são causas principais. Em muitos casos, leis “de brancos” não são adequadas
Novo livro sugere: fenômeno não é distúrbio psíquico. Quem o pratica reproduz, na vida privada, competição violenta em que estamos mergulhados
Nos últimos dez anos, a exportação do óleo venezuelano para os EUA caiu drasticamente. Mas um país passou a ser de longe o principal destino – e perigo à hegemonia do Império: a China, hoje o 8º maior produtor e o 2º que mais consome petróleo no mundo
Passividade diante da agressão de Trump custará caro, e não apenas porque a Groenlândia está ameaçada. Continente parece incapaz tanto de defender o direito internacional quanto de atuar como um sujeito autônomo, num tempo de transformações geopolíticas
Não é só a Enel. Em todo o país, distribuidoras privadas de energia precarizam os serviços, para extrair mais lucro. Exame dos casos sugere: é hora de colocar em pauta a reestatização de um serviço público crucial
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