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Decreto de Doria regulamenta — e piora em muito — legislação criada para frear Jornadas de Junho. Agora, organizadores de atos são punidos pela presença de manifestantes mascarados; e PM pode intervir e até mesmo impedir manifestações
Quatro meses depois dos protestos que abalaram projeto neoliberal, direita tenta contraofensiva: leis severas, prisões em massa, soda cáustica sobre manifestantes. Mas maioria, que já perdeu o medo, aposta na Constituinte — e segue nas ruas
Ao relembrar sua atuação em manifestações, integrante dos Policiais Antifascismo afirma: é possível ser soldado sem ser repressor. Fala revela, por contraste, estupidez da ação contra ato do MPL, em que manifestantes foram arrastados e presos
Ciclo de direita está abalado. Revoltas devastaram governos neoliberais e eleições abriram alternativas. Repressão militar foi neutralizada pelas multidões. Não há um rumo, mas projeto de esquerda – esgotado – pode dar lugar a algo novo
Pelo sexto dia, população desafia o Estado de Emergência e exige fim do inferno neoliberal. Assembleias em praças enfrentam Exército. Jornalista analisa: ruas pedem mudanças urgentes e transformadoras, a começar pela Constituição
Em Ayotzinapa, 6 jovens foram mortos e 43 “desapareceram”, após repressão policial em 2014. Testemunha relata perseguição e resistência das escolas de formação de lideranças populares e reação contra violência sistêmica do Estado
Governo mobiliza Força Nacional para “receber” Terra Livre indígena e MST. Leia também: em reunião oficial, defesa ambiental é chamada de “câncer” e “porcaria”; o novo código de ética médica; a louca proliferação de farmácias
MPL finaliza ciclo de manifestações, em mais um dia marcado pela repressão policial. Agora, promete se organizar nos bairros
Passe Livre tem denunciado com energia, e quase sozinho, lei autoritária de Doria. PM segue encurralando e coibindo manifestações
Nos tempos militarizados que vivemos, ele converteu-se em arma permanente para controle das multidões. Enfrentá-lo está se convertendo num movimento mundial
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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