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Constrói prédios desde a adolescência. Com muito esforço, somou 31 anos de contribuição em carteira. Com a “Reforma” que Bolsonaro propôs (e a mídia apoia), João perderia quase 400 reais de aposentadoria
Ela trabalha desde os 14, sem direitos trabalhistas. Acorda todo dia às cinco. Mas para governo e o “mercado”, dona Maria, com aposentaroria de um mínimo, é uma privilegiada – e receberá apenas R$ 400
Nem Bolsonaro está seguro de sua deforma da Previdência. O baronato financeiro e seus jornalistas estrilam e ameaçam com o fim do mundo – mas no fundo, temem…
Organizações “sociais” que privatizam atendimento do SUS podem ter desviado R$ 52 milhões no Rio – onde Cúria é conhecida pelo conservadorismo. Leia também: Saúde privada “descobre” a prevenção; Bolsonaro e Guedes divergem na Previdência
Ao invés de lutar pela Previdência pública, há setores do sindicalismo dispostos a aderir ao modelo de “capitalização canadense” – e, assim “virar brother dos banqueiros”…
Em meio à precarização, ela desmontará a Seguridade, liquidará a ideia de que a aposentadoria é um direito e obrigará os poucos privilegiados a recorrer a planos privados
Movimento antivacinas cresce nas redes sociais e medidas são cobradas. Leia também: em Brumadinho, moradores vivem entre o luto, a raiva e o medo de que a mina feche; os riscos da mineração em águas profundas e muito mais
Defensores da proposta do governo juram que envelhecimento da população tornará sistema insustentável em 2050. Mas não enxergam o óbvio: política econômica atual antecipa para já a catástrofe que, segundo eles, viria em trinta anos…
Governo Bolsonaro inicia ataque às aposentadorias enfraquecido, e apoiado basicamente pelo baronato financeiro. Apontar esta associação será essencial para derrotar proposta apresentada hoje
Ministério da Saúde prepara pacote de mudanças que deve piorar oferta de serviços. Leia também: os efeitos da guerra às drogas no México; o lixo que ameaça Galápagos
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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