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Dados detalhados revelam: Coronavac inibe casos graves e pode deter alastramento da pandemia. Mas negligência com insumos, ausência de estratégia de imunização e difusão deliberada de fake-news mantêm população ameaçada
Entidades da Educação pedem que exame seja adiado, para não agravar pandemia. MEC quer manter a data, mas perde por covid o general Pinto de Souza, que coordenava avaliação. Justiça ainda pode evitar ato insano
Fiocruz promete vacinas para fevereiro e Butantan deve apresentar hoje os dados da CoronaVac: panorama brasileiro melhora, mas ainda estamos atrasados em relação à própria América Latina
Wall Street Journal divulgou informação de que imunizante teria eficácia maior que 50% – informação completa só será divulgada pelo Butantan nesta quinta
Em uma decisão por 10×1 e uma liminar, tribunal reconhece que Estados e Municípios podem imunizar sem aguardar União; e têm o direito de impor medidas restritivas a quem não se vacinar. Poder de sabotagem do presidente fica menor
Ao anunciarem plano de imunização contra a Covid, Bolsonaro e Pazuello vestem máscara de conciliação e corrigem distorções mais graves. Mas proposta ainda é vaga, não tem data de início e é dúbia sobre a vacina do Butantan
Butantan adia para 23/12 a divulgação de resultados. Não se trata de simples atraso, mas tentativa de jogar mais pressão sobre Anvisa e governo federal. Entenda
Além de doses de vacinas, estados começam a correr atrás de seringas – Ministério da Saúde ainda não abriu edital
Reunião entre Pazuello e governadores é tensa. Estados cogitam distribuir vacinas sem aval da anvisa
Governador promete vacina em dezembro – mas resultados da CoronaVac ainda não saíram. Para governadores, se mantida essa ideia, pode haver ‘turismo da vacina’
Quais os próximos passos (e dilemas) da resistência bolivariana? Caracas ficará sozinha frente ao acosso dos EUA? Como enfrentar o projeto trumpista de recolonização da região? Seria possível construir uma cooperação entre países latino-americanos que garanta paz e soberania?
Ao sequestrar Maduro e escancarar o projeto de submissão da América Latina, Trump revela força e fraqueza. EUA expõem sua condição de opressores. Agora é prioritário afastar sua enorme influência, em particular no Brasil. Há caminhos para isso
Ninguém pode mais ignorar que vivemos ameaça sem precedentes. Há dúvidas de que o país precisa se preparar militarmente; e de que esse esforço tem que incluir armamento nuclear? Não podemos vencer uma superpotência; mas devemos ser capazes de dissuadi-la
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