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Até manuais ortodoxos de economia pregam investimentos públicos para combater crises. Mas elites brasileiras se aferram à responsabilidade fiscal para enquadrar Lula – e sabotar PEC da Transição, primeiro passo para reconstruir o país
Brasil quebrado. Rombo fiscal. Estado mínimo. Alarmismo da mídia e rentismo tentam emparedar Lula — e garantir que ele reze a cartilha da “austeridade”. A missão: impor ministro “amigo” do mercado e sabotar a revogação do Teto de Gastos
A velha mídia tenta enquadrar Lula, alegando rombo nas contas públicas e necessidade de “austeridade”. Mas a reconstrução nacional não se dará através de medidas provisórias. Será preciso revogar o Teto de Gastos, em nome do desenvolvimento econômico e social
Editoriais tentam enquadrar possível terceiro mandato de Lula. Exigem ministro “moderado” e agenda neoliberal, sem experimentos heterodoxos. Ou seja, querem a continuidade da terra arrasada sem os delírios bolsonaristas…
Definir as necessidades da sociedade e organizar, para supri-las, iniciativas de múltiplos atores, lideradas pelo Estado. A proposta da economista italiana para superar as brutais disfuncionalidades do capitalismo atual é a base de seu novo livro
Bolsonaro tentará arrastar a disputa para o campo dos costumes e religião. Lula deve fugir da armadilha: denunciar desgoverno, rechaçar pauta da “austeridade” e propor saídas efetivas – e ousadas – para os dramas das maiorias
A banca o chantageia e quer compromissos. Mas num governo de reconstrução nacional não haverá margem para repetir erros de 2003-2010. É preciso deixar claro o rechaço ao teto de gastos, ao superávit primário e a toda cartilha financista
Um novo governo terá a tarefa de trocar o engodo da austeridade pela responsabilidade social. Isso requer revogar teto de gastos e atacar os pilares da inflação alta: desmonte dos estoques reguladores de alimentos e a política de preços da Petrobrás
Enquanto a Argentina busca proteger-se da crise cambial, Sri Lanka mergulha em caos. Dominó global de moratórias pode estar por um sopro
Reconstruir o Brasil exigirá rever a Selic que, em 15 meses, subiu 600%. Mas “independência” do Banco Central, herança maldita de Bolsonaro, será entrave – e cassinos financeiros tentarão barganhar a austeridade e travar desenvolvimento
Após governo morno de Boric, oposição apostou no medo e no ódio aos imigrantes para dominar o debate público e levar mais de 50% dos votos. Por que Kast prevaleceu entre a direita? Que significaria sua presidência? Há chances de freá-lo?
Por Rômulo Paes de Souza | Imagem: Aroeira Título original:As incertezas quanto às chances eleitorais para 2026 Até março de […]
Fracasso do governo Noboa no referendo é mais do que um revés doméstico. Maioria rejeitou reaproximação militar com os EUA e avanço de agendas autoritárias na América Latina. Em meio à da violência, manipulação política da insegurança sofreu um revés
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