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Baixar a taxa de fecundidade, desestimulando as famílias muito numerosas, pode elevar expectativa de vida e bem-estar da população. Mas a condição são políticas públicas robustas e generosas. Há algo a aprender com a China e Coreia do Sul
Nova potência ascendente, China aposta em novos arranjos geopolíticos, fora dos domínios dos EUA e em tecnologias transformadoras. Momento é histórico, similar ao declínio dos impérios europeus, mas diplomacia brasileira fecha os olhos
Há sinais, em diversos países, de que é possível superar a crise, gerando empregos e bem-estar. Isso requer conter a reprimarização da economia e o sistema financeiro — e apostar no protagonismo do Estado e das empresas públicas
Com forte apoio estatal, Rússia e China largaram na frente, seguidos pela Europa. África quase fora do mapa. Israel vacinou 21% de sua população. Chile, México e Argentina já iniciam a 2º dosagem. No Brasil, vacina tardou — e há problemas graves de infraestrutura e logística
Às vésperas da posse de Biden, EUA parecem batidos em todos os terrenos de seu desafio à China: Geopolítica, Economia, Comércio, Ciência. Resta a supremacia militar. Falcões de Washington querem usá-la. Que fará o novo presidente?
Criado em 2013, projeto de integração euroasiática expressa aposta chinesa em globalização sem neoliberalismo. África pode ser decisiva nesse processo. EUA tentam sabotá-lo. Índia, parceira de Washington, vacila
Depois de “século de humilhações”, país estava prostrado, até 1949. Em meio a múltiplas contradições, processo revolucionário venceu a pobreza e lançou um projeto de globalização não neoliberal. O que isso pode dizer ao Brasil
Assinada no Vietnã, Parceria Regional RCEP vai além da Ásia e forma, sob liderança de Pequim, maior área comercial do mundo. Por que a hegemonia de Washington está em xeque. Como o Brasil, decadente, se auto-exclui
China, pragmática, quer manter boas relações com Brasil, maior país do hemisfério Sul. Mas se Palácio do Planaltomantiver submissão a Washington, Pequim terá em mãos um leque de alternativas. O agronegócio prefere tapar os olhos…
Diego Pautasso, que estuda o país há 15 anos, sugere caminhos para enxergá-lo sem estereótipos. Uma pista: ele é muito mais complexo e contraditório do que supõem os que se informam pela máquina de propaganda ocidental
Quais os próximos passos (e dilemas) da resistência bolivariana? Caracas ficará sozinha frente ao acosso dos EUA? Como enfrentar o projeto trumpista de recolonização da região? Seria possível construir uma cooperação entre países latino-americanos que garanta paz e soberania?
Ao sequestrar Maduro e escancarar o projeto de submissão da América Latina, Trump revela força e fraqueza. EUA expõem sua condição de opressores. Agora é prioritário afastar sua enorme influência, em particular no Brasil. Há caminhos para isso
Ninguém pode mais ignorar que vivemos ameaça sem precedentes. Há dúvidas de que o país precisa se preparar militarmente; e de que esse esforço tem que incluir armamento nuclear? Não podemos vencer uma superpotência; mas devemos ser capazes de dissuadi-la
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