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Filme de cineasta brasileira aborda realidade próxima, mas pouco conhecida: o luto das famílias que fogem de conflitos. Além da denotação de fronteira, obra expressa outras transições entre o físico e o espiritual
Por que as relações internacionais são decisivas também para superar nossas fragilidades internas. Como o atrelamento aos EUA, proposto por Bolsonaro, fere o país. Qual o caminho para alternativas
Bolsonaro e Olavo de Carvalho tentam bani-lo com gritos e xingarias. Que tolos: quanto mais berram, mais dão razão ao educador que dizia: “a classe dominante brasileira jamais desjeará que as maiorias sejam lúcidas”
Pobreza volta a crescer, após alinhamento com EUA e submissão ao FMI. Derrotado nas eleições, e sob denúncias de corrupção, governo de Lenín Moreno encolhe. Ex-presidente, hoje na Europa, terá ainda um papel?
No país vizinho, escondido pela mídia, outro sinal de como fracassam as políticas de “corte de gastos”. Pobreza explodiu, inflação passa de 60% e, apesar de empréstimo gigante do FMI, país pode afundar em nova crise cambial
Mães da Praça de Maio e outros coletivos comprometem-se a “florescer” com a vereadora brasileira e lutar contra perseguições e assassinatos de lideranças políticas da América Latina
Um opositor ácido de Maduro acusa os EUA: ações na fronteira visam provocar conflito, que envolveria Colômbia e Brasil. Mas o chavismo e o país estão em crise: é hora de um referendo popular sobre futuro do governo e do Legislativo
O país onde os escravos africanos primeiro tomaram o poder; a nação humilhada por uma intervenção internacional que já dura 15 anos está em pé de guerra. Por que?
Às vésperas de uma rodada de negociações em Montevidéu, ex-presidente uruguaio afirma: para sair do impasse, e desarmar intervenção dos EUA, é preciso convocar eleições gerais
Ela é difícil — porque oposição agora apela para que os militares derrubem o governo, enquanto Maduro, imóvel, parece não perceber que o tempo corre contra si
Nos últimos dez anos, a exportação do óleo venezuelano para os EUA caiu drasticamente. Mas um país passou a ser de longe o principal destino – e perigo à hegemonia do Império: a China, hoje o 8º maior produtor e o 2º que mais consome petróleo no mundo
Passividade diante da agressão de Trump custará caro, e não apenas porque a Groenlândia está ameaçada. Continente parece incapaz tanto de defender o direito internacional quanto de atuar como um sujeito autônomo, num tempo de transformações geopolíticas
Não é só a Enel. Em todo o país, distribuidoras privadas de energia precarizam os serviços, para extrair mais lucro. Exame dos casos sugere: é hora de colocar em pauta a reestatização de um serviço público crucial
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