Ocidente forçou separação entre ser humano e natureza. Mas, cada vez mais, o clima, os vírus, algoritmos e sensores parecem tirar protagonismo de nossa espécie. Como pensar um conceito mais amplo de cidadania, além da humana, para coabitar o mundo?
Machine learning, smart cities, são palavras do DNA marqueteiro do mundo digital. Na pandemia, frustram ao não prever ou corrigir catástrofes. Pesquisador levanta o debate essencial para tornar a tecnologia um meio – e não mero fetiche