Cientistas no Twitter impulsionaram interesse por máscaras melhores

Estudo indica que rede pode ter sido decisiva para aumentar uso no Brasil das PFF2, que conferem a maior proteção contra o coronavírus

Imagem: Magno Borges/Agência Mural

Por Leila Leal

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A rede de cientistas no Twitter pode ter sido decisiva para aumentar o interesse pelas máscaras PFF2 (as peças faciais filtrantes que, como já comentamos muitas vezes por aqui, são a proteção mais segura contra a covid-19) no Brasil. Divulgado ontem pela Agência Bori, relatório do projeto Science Pulse apresenta uma pesquisa que monitorou 1,5 mil perfis de instituições e especialistas brasileiros no Twitter entre setembro de 2020 e agosto de 2021. Dois indicativos sustentam a tese: o primeiro é a relação positiva entre as menções feitas pelos cientistas sobre as máscaras PFF2 e as tendências de busca pelo tema registrada pelo Google Trends no mesmo período. 

Além disso, a pesquisa mostrou que a popularização do termo PFF2 (superando a nomenclatura internacional para os mesmos equipamentos, N95) acompanhou a sua utilização pelos perfis de cientistas e instituições monitorados.  Apesar de, como observa o relatório, não ser possível estabelecer uma relação de causa e efeito direta, comprovando o papel do Twitter no impulsionamento de interesse pelas máscaras, a pesquisa indica essas duas evidências e reitera a importância dos esforços de divulgação científica nas redes.

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