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E se, à semelhança do que dizia Marx sobre os operários, as mulheres estiverem assumindo, diante do capitalismo brutal e ultra-machista do século XXI, a condição de sujeito revolucionário essencial?
Filósofa tece narrativa sobre o pensamento antipatriarcal no país. Ao fazê-lo, identifica as tramas articuladas, nas últimas décadas, para bordar novos desenhos de revolução
Nova greve feminista marcará, em dezenas de países, o 8 de Março. Por que o movimento de mulheres cresceu e mudou tanto, em poucos anos. Como superou a onda individualista e volta-se, agora, contra as próprias lógicas do capitalismo?
Para uma das organizadoras da greve internacional, primeiro passo é deter a ofensiva da ultradireita e do neoliberalismo. Mas mulheres irão muito adiante – e um dos símbolos dos novos tempos é Marielle Franco
As mulheres — em especial as mais jovens — estão se cansando dos anticoncepcionais. Efeitos colaterais adversos, uma maior consciência sobre seus corpos e o avanço do feminismo contribuem para o declínio do método. Qual o futuro?
No país que liderou a luta pelo direito ao aborto, cresce o uso do Misoprostol, mesmo fármaco presente no Cytotec brasileiro. Mas só legalização ampliaria de fato segurança das mulheres
Sua fala explica o óbvio: gênero e sexualidade dizem respeito às relações de poder. Não é uma discussão biológica, mas sobre quem está autorizado a decidir – e quais identidades não podem existir.
O poder de fazer da mulher uma propriedade está na raiz do patriarcado — mas também do capitalismo. Ele modela todas as outras formas de propriedade e de captura do que é fecundo
Tornar de todos o que o capital quer converter em mercadoria tornou-se um projeto revolucionário. E se a saída estiver na condição e luta das mulheres?
O que é a episiotomia, mutilação genital que médicos impõem a mulheres na hora do parto. Pode ser terrível para o prazer sexual das vítimas — mas é praticada por machismo, e apelidada “ponto do marido”
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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