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História de uma transição. Como as políticas neoliberais devastaram o Estado nacional, desampararam as maiorias e levaram parte delas a reivindicar os “líderes fortes” que a direita cultua. Como uma alternativa pode desmontar a farsa
O primeiro (que esquerda deveria adotar) requer ir à raiz do fenômeno: um sistema político opaco e avesso à participação. O outro é a escolha de Moro: aliar-se aos EUA, ocultar corruptores, jogar para a mídia – e eternizar as velhas práticas…
Em 7 prisioneiros, o drama de rapazes pobres do interior explorados num ferro-velho de São Paulo. Enxuto e sem maniqueísmos, o filme é brutal sem abusar da violência física: nele, o “mocinho” se deforma e os monstros são demasiados humanos
Para pensador, Bolsonaro sustenta-se no poder graças a sua parcela de apoio, e derrubá-lo requer união entre supostas forças democráticas. Esquece que presidente é blindado pela elite, e que a direita não parece disposta a reconstruir a política
O que o encontro entre Bolsonaro e Temer, na quarta-feira, revela sobre a miséria do sistema político brasileiro e as farsas que ele permite encenar
Força de Bolsonaro não está no apelo à violência – mas no vingancismo contra um sistema ao qual o PT se adaptou. Esta onda pode voltar-se contra quem a cavalga
Novas pesquisas indicam uma eleição extremamente arriscada. Mas e se Lula, Ciro, Boulos e Haddad fechassem um programa comum e […]
Nem fundo eleitoral bilionário, nem partidos financiados por empresas. É possível reduzir radicalmente o preço das campanhas e desmercantilizar as eleições
Como ele, cria da ditadura, pôde ser líder de FHC, Lula e Dilma. Quais seus interesses. O que seu protagonismo revela sobre o esvaziamento da democracia
Novo partido, que enfrenta sistema político e poder econômico, avança, reage a chantagens, mobiliza quem estava paralisado. Poderia ser reproduzido?
A luta por dignidade exige novas pautas. Exercer ocupação relevante. Não sofrer a captura da atenção, nas redes sociais. Não perder horas num transporte precário. Não deixar que nossa existência breve seja consumida por sistema em frangalhos
Automação pode impactar 25% dos empregos no mundo. Mas questão central é quem define suas bases, pois seus efeitos não se limitam à reorganização de tarefas: transformam subjetividades e modos de trabalhar e de existir. O futuro, longe de aberto, está sendo programado
Folha, outra vez, encampa o obscurantismo: acusa Ensino Superior de projeto fracassado, caro e cabide de empregos. Lula acena com a suspensão do contingenciamento de verbas. Mas a mobilização não pode parar em gabinetes. Exige outra definição das prioridades nacionais
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