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Ou de como um colunista da Folha, carente de argumentos políticos ou éticos, maltrata a aritmética para e sugerir que o desemprego é “natural” – quando serve ao baronato financeiro…
Ao desvincular benefícios do salário-mínimo, proposta de Paulo Guedes atinge em especial os mais pobres – enquanto preserva privilégios e acelera “capitalização” elitista
Por canetada, sem nenhum debate entre a população, governo baixa MP que limita benefícios de um dos setores mais vulneráveis — o trabalhador rural. Articula-se a resistência
Trocar o sistema de repartição pelo de capitalização devastaria direitos e causaria enorme perda ao Tesouro. Mas abriria para os banqueiros mercado de trilhões ao ano
Para Bolsonaro, decreto de ontem é “primeiro passo” para porte de armamentos nas ruas – que maioria rejeita. Leia também: Estado tolera superfaturamento de remédios; os fungos, estes desconhecidos; chineses plantam na Lua
A 12 dias do fim, ele nomeia, para diretoria da Anvisa, André Moura — que é multi-processado e nunca atuou em Saúde, mas é líder do governo. Leia também: Amianto no talco Johnson? Remendo na “Reforma” Trabalhista e muito mais
Bolsonaro quer retomar, já no início do ano, uma contra-reforma da Previdência — agora, ainda mais extremada. Pode sofrer enorme derrota, desde que a oposição finalmente desperte…
O que o encontro entre Bolsonaro e Temer, na quarta-feira, revela sobre a miséria do sistema político brasileiro e as farsas que ele permite encenar
Jair Bolsonaro está prestes a ceder todo o controle da Economia a Paulo Guedes, um homem que parou no tempo e enamorou-se dos dogmas que aprendeu na pós-adolescência
Também na economia, retrocesso seria trágico. Momento é de superar rancores para buscar caminhos. Votar branco, nulo ou não votar é ser conivente com o desastre anunciado
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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