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Garoto foi chicoteado ao tentar furtar um doce. Em um país que ainda não se livrou do passado escravocrata, a punição aos negros é brutal — e o Estado muitas vezes não garante o básico. Há resistência, mas violência não pode ser banalizada
Nas metrópoles brasileiras, multidões vivem em favelas. Esquecidos pelos serviços públicos, são os principais afetados pelo neoliberalismo. É aí que podem surgir movimentos tão surpreendentes como foi, nos anos 1970, o Custo de Vida
Vítima da “guerra às drogas”, cidade colombiana sobreviveu e se transformou. Na coluna Por todos os caminhos, Turino conta: artistas da periferia tiveram protagonismo nas renovações — e porque um deles estava na mira telescópica de um fuzil
Indiferentes à fragilidade dos acusados e ao princípio jurídico da insignificância, juízes encarceram por toddynhos, nacos de carne, nutellas. Condenações custam muito caro à sociedade, mas nas sentenças prevalece ódio de classe
Novo filme de André Novais, que estreia hoje, enfrenta o enorme déficit do cinema brasileiro com as periferias, ao enxergar, muito além da caricatura de violência, também solidariedade e ternura
O capitalismo tirou-lhes direitos e conforto; a esquerda não lhes oferece saídas. Suburbanos, empobrecidos e rebelados, eles param a França, contra o preço dos combustíveis e o governo neoliberal
Silvio de Almeida, professor e ativista negro, examina a aliança entre ultra-capitalistas e ultra-conservadores, que elegeu Bolsonaro. Para ele, casamento vai durar
Quatro décadas de políticas habitacionais esgotaram-se, ao tornarem nossas metrópoles ainda mais desiguais e desumanas. Novo caminho começa a se esboçar
A presença nos movimentos negros. Periferias e Lulismo. Segurança, tema incômodo. Anti-racismo: Igualdade ou Meritocracia? Mudar a política por dentro […]
Retratos inventados, mas baseados em observações reais, que registram o cotidiano das periferias, dos subúrbios. Rodrigo Yudi Honda e o voo da imaginação a partir do olhar para o entorno
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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