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Processos de arenização dos estádios capturam memórias e cultura popular em nome da cidade-mercadoria. Uma poderosa aliança entre o financismo, as construtoras e imobiliárias coloca em marcha uma produção espetacular do espaço
Desde o Barão de Coubertin, o “espírito olímpico” foi instrumentalizado para aplacar revoltas, proteger potências imperiais e abrir mercados. História ajuda a compreender o veto à Rússia nos Jogos de Pequim e a urgência do devir multipolar
Como a China projetou-se, após o fim da URSS, como potência ao encalço dos EUA. As desigualdades (e abismo de medalhas) entre países ricos e pobres. No Brasil, muito mudou com o bolsa-atleta; Mas só vida digna despertará potencial esportivo
A notável (e quase ignorada) história dos jogos alternativos dos trabalhadores. Duraram 12 anos. Baniam bandeiras, hinos e nacionalismos. Foram os primeiros a incentivar atletas mulheres. Dos alojamentos aos trajes, nada cheirava a marketing
“Vamos botar ponto final em todos os ativismos”, disse o presidente eleito. Projeto em vias de aprovação pode afetar qualquer um que se oponha ao governo
Empresa israelense que coordenará segurança dos jogos está associada a crimes contra Palestina; torturas e golpes na América Latina. É possível rever este absurdo
Por João Antonio Felício, no Le Monde Diplomatique
Obcecados por projeção geopolítica, Estados concentram nos atletas de elite recursos negados a desporto popular e promoção da vida saudável
Deputado conservador britânico irrita-se com multiculturalismo e rap, na cerimônia oficial e cria saia justa para seu próprio governo
Numa Grã-Bretanha mergulhada em incertezas, romance convida a repensar Jogos, dissipar discurso ingênuo de orgulho-e-legado e enxergar interesses em conflito
Em livro provocador, Aaron Benanav sustenta: são frágeis as visões distópicas (e também as utopias) baseadas em robótica e IA. Sua perspectiva: já há meios técnicos para garantir a abundância e a igualdade. Alcançá-las é tarefa da política
Às vésperas das grandes manifestações contra a brutalidade machista, pesquisadora ressalta: negras são as maiores vítimas. E não será possível encarar o fenômeno sem enfrentar a ideia arraigada de que as vidas não-machas e não-brancas valem pouco
Algo mudou e se acelera desde a grande crise econômica iniciada em 2008. A mudança tem dimensões psíquicas: as novas dinâmicas de extração de valor estão intimamente ligadas ao aumento da individualização. E o principal motor está à um toque de tela (ou comando de voz) de nós
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