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Nova greve feminista marcará, em dezenas de países, o 8 de Março. Por que o movimento de mulheres cresceu e mudou tanto, em poucos anos. Como superou a onda individualista e volta-se, agora, contra as próprias lógicas do capitalismo?
Sua fala explica o óbvio: gênero e sexualidade dizem respeito às relações de poder. Não é uma discussão biológica, mas sobre quem está autorizado a decidir – e quais identidades não podem existir.
Livro discute creche como direito da criança e questiona divisão sexual e racial do trabalho. Espaço da primeira vivência coletiva humana deve ser revolucionário
A relação entre violência e saúde nem sempre é feita, apesar de estar bem na cara. Violências, de vários tipos, ferem […]
Agora que a luta de raças, de classes, de sexualidades e gêneros dissidentes está ficando boa — porque mais clara — vamos desistir? Estamos apenas começando
Como um encontro de cultura queer sacudiu a “capital do forró”, na PB. Houve ameaças — toscas, como sempre. Em vão: decidiu-se aumentar a dose, em 2019…
Estudo mostra como foi a cobertura da imprensa — a velha e as alternativas — durante a transição de gênero da cartunista Laerte Coutinho
Por Paulo Andrade, no Jornal da USP
“Esquerda reduz feminismos, LGBTTI e movimentos negros a ‘pauta identitária’. Não entende que o neoliberalismo precisa de um sistema de […]
Tentativa de censura a um livro didático, no norte do país, mostra que a ignorância não é apenas uma tragédia nacional, mas um instrumento político usado por milícias de ódio
Penso que gênero é um projeto social, que tem como certidão de nascimento a incompletude. Ninguém tem um gênero. O gênero só existe fazendo-se. Mas um manual norte-americana impor o contrário
Por Berenice Bento, na Opera Mundi
Ao sequestrar Maduro e escancarar o projeto de submissão da América Latina, Trump revela força e fraqueza. EUA expõem sua condição de opressores. Agora é prioritário afastar sua enorme influência, em particular no Brasil. Há caminhos para isso
O ataque dos EUA à América Latina escancara um ponto frágil do país. Desde Rio Branco, nossas Forças Armadas dependem das potências do Ocidente. A guerra chegou. É preciso rever por completo a Política Nacional de Defesa
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
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