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Retorno do peronismo pelas eleições argentinas deste ano pode significar começo de novo ciclo popular no continente. Para socióloga, integração entre países é chave para conter golpes e onda conservadora na região
Golpe de Estado. Fraudes eleitorais. Ingerência dos EUA. Exército nas ruas. Esquerda hondurenha resiste contra institucionalidade corrompida e aposta: construir projeto articulador é o primeiro passo para recuperar soberania
Extrema-direita cresce na Espanha, seguindo cartilha de Trump e Bolsonaro: discursos virulentos, fake news e negação da política. Uma articulação internacional financia e promove a reação conservadora mundo afora?
Sob o “atualismo”, acaba a disputa de projetos e sociedade divide-se entre “atualizados” e “obsoletos”. Um conjunto de entrevistas ajuda a compreender por que a direita está se saindo melhor, neste novo cenário
Crescimento da votação de Bolsonaro corresponde, de modo impressionante, com expansão territorial do agronegócio. Para consolidar sua influência, donos da terra teriam financiado “fábrica de fakenews” e manipulado as eleições?
Eles prometem uma nova esquerda, indispensável. Mas, como mostra Alexandria Ocasio, talvez seja a hora de construir programas claros, e uma estrutura orgânica que vá além da eterna “consulta às bases”
Aumento grotesco de 15%, no teto dos salários de juízes e políticos, lança uma questão: não cabe à esquerda lutar contra a casta política?
Eleito pelo voto, com a máscara de antissistema, Rodrigo Duterte desencadeou um banho de sangue. Que há em comum com Bolsonaro? Como enfrentar a ameaça?
Abrimos as avaliações sobre a grande derrota eleitoral de 2018. Mas lembramos: novos embates virão, em alguns meses. Precisamos conhecê-los e nos preparar para eles (quatro partes em sequência)
Ao colocar o foco central na figura de Lula, PT renunciou a politizar a eleição, e a fazer o debate sobre projetos de país. O caminho estava aberto para um aventureiro. Agora, tudo está por reconstruir
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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