Entidades questionam: para reabrir comércios, a Prefeitura promoveu a ocupação de espaços públicos, priorizando pessoas em vez de carros. Mas deixou escolas à própria sorte. Reabri-las requer novos olhares sobre o ensino e a cidade
Num tempo irrefletido, percorrer as ruas sem pressa ou objetivo utilitário é resistência real. Nega o produzir sem cessar. Reivindica a cidade-espaço público. E reintroduz o pensar-olhar; o abrir-se ao mundo sem a mediação dos mercados