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Novo livro aponta paradoxo nas cidades brasileiras: quanto mais tecnologia e uberização, mais caos e mortes no trânsito. Como o transporte público gratuito é alternativa — e por que o Brasil tornou-se líder mundial em sua adoção
Em dois livros essenciais, Melinda Cooper reconstitui os anos que mudaram a face do Ocidente. 1968 abriu crítica radical ao capitalismo. Para freá-la, sistema apelou à moral conservadora. Há saídas: mas é preciso fazer do dinheiro um Comum
Não se trata de “corrigir as falhas” do mercado, sustenta a economista – mas de superar sua lógicas de captura da riqueza coletiva e concentração de poder. As sementes da mudança já existem. Falta articulá-las em teoria e ação política
Se preferir, pode chamá-la de pós-capitalismo. Começa hoje, e vai até sábado, encontro internacional convocado pelo Papa para debater alternativas à crise civilizatória. Na sexta, Leonardo Boff e Vilson Grob debatem com jovens brasileiros
Dois economistas debatem, no ciclo de Outras Palavras sobre o Futuro do Trabalho do Brasil, como reconstruir horizontes utópicos. Transferir dinheiro às maiorias, e desmercantilizar os serviços essenciais a uma vida digna, seria um caminho?
Num tempo em que o sistema reduz tudo a mercadoria, que tal desafiá-lo propondo a Renda Cidadã e serviços públicos de excelência para todos? Como fazê-lo? Por meio de que lutas e estratégias?
Tornar de todos o que o capital quer converter em mercadoria tornou-se um projeto revolucionário. E se a saída estiver na condição e luta das mulheres?
Ao invés de hotéis convencionais e relações intermediadas por dinheiro, redes propõem hospedagem rural gratuita, em troca de trabalho e […]
David Harvey mergulha no estudo das contradições do sistema e busca alternativas: desmercantilização, propriedade comum, renda básica permanente, gratuidades…
Hoje (18/1), às 17h, no Terminal Bandeira (Anhangabaú). Segunda grande manifestação confirmada para quinta, na Paulista Uma manifestação-relâmpago (flash-mob) contra […]
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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