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Você pode participar de pesquisa nacional para conhecer estas iniciativas. Eles foram decisivos na luta por cotas raciais no Brasil. Mas também são “laboratórios aglutinadores” de lutas populares e do resgate de histórias e identidade ancestrais
Em 20 anos, matrículas em cursos de graduação mais que triplicaram. Proporção dos mais pobres na universidade cresceu seis vezes através de cotas e auxílios. Mas, desde 2016, estagnou: governo só financia uma em cada oito vagas do Fies
Na contramão do bolsonarismo, a academia brasileira começa a mudar de cores, origens, corpos. Como isso pode ser reparação histórica à escravidão? O que isso pode representar para o futuro dos serviços públicos? O exemplo da Unifesp
Mobilizações, antes difusas, ganham unidade: enfrentar a “austeridade” e o conservadorismo. Nova geração, que viveu a ampliação de políticas para educação, recusa-se a aceitar que “governo inconsequente” coloque seu futuro em risco
Filha de doméstica, trabalho desde os 15. Mas sou branca: a cor da pele abriu-me portas. Começo a percebê-lo graças à inquietação de meus alunos negros
“Novo” colunista da “Folha” repete o antiquíssimo cacoete das elites. Para elas, não há relação com o Estado que não […]
Um dia, elas apontaram minha raça. Em minha ignorância racista, me ofendi. Pensava nada ter com a discussão racial, exceto para defendê-las…
Políticas anti-discriminatórias vão muito além de reparar injustiças. Libertam país de laços que nos prendem a segregação, violência e privilégios
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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