Israel não mata só com mísseis: bloqueio à entrada de recursos em Gaza inviabiliza trabalho de hospitais palestinos. Médicos relatam superlotação de 600%, mortes evitáveis em massa e até cirurgias sem sedativos – indícios de um crime de guerra
Em 2021, 100 crianças palestinas foram mortas, e nenhuma israelense. Mas “sionistas de esquerda” sugerem que “dor das mães é equivalente”. Esgrimam discurso humanista para minimizar o massacre, mas não resistem à lógica e aos fatos
Na exposição Palestina Meu Amor, registros de viagem à terra ocupada. Nos 724 km de muro alto, arte de protesto e memória. Em ruínas e vielas, a dor de famílias sem casa. Uma declaração de amor a um povo há 73 anos sob dominação israelense
Crianças presas. Torturadas. Metralhadas. Cada corpo é um obstáculo que deve ser deslocado (ou exterminado). A cada morte – inclusive de meninas e meninos – a fronteira israelense é dilatada. Não importa se o soldado é “de esquerda”
Crônica da derrubada de cem casas palestinas, em meio ao desamparo, à perversidade burocrática e à violação das próprias leis de guerra. Edward Said e Foucault explicariam: não se trata de “abuso”, mas de limpeza étnica