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Estreiam filmes baseados em “Rasga Coração” e “Beijo no Asfalto”, dirigidos por Jorge Furtado e Murilo Benício. No último, uma provocação dialoga com a temática anti-racista. Vale assistir também ao belo “Tinta Bruta”
Ao registrar com realismo ação bizarra do Congresso Nacional, documentário de Douglas Duarte conflui de modo espantoso com recente produção de filmes de terror brasileiros…
Três militantes políticos, um deles Pepe Mujica, são prisioneiros da ditadura uruguaia em “A Noite de 12 Anos”. O cinema do ucraniano Sergei Loznitsa. E “A Moça do Calendário”, de Helena Ignez
No Festival de Brasília, às vésperas de eleições decisivas, torna-se quase impossível discernir política e arte, cinema e ação política
Em torno das bodas de um dono de jornal, “O banquete”, de Daniela Thomas traça um retrato corrosivo da sociedade patriarcal brasileira num momento de crise
Um filme brasileiro, outro paraguaio. Um, habitado por adolescentes; o outro, por idosas. O mesmo assunto: a solidão e a dificuldade de entendimento num mundo cada vez mais inóspito
Quatro novos filmes comprovam a vitalidade do cinema brasileiro atual: “Benzinho”, “Café com canela”, “Histórias que nosso cinema (não) contava” e “A destruição de Bernardet”
Dois filmes brasileiros registram, em costuras sensíveis e tocantes, a passagem do tempo sobre os personagens. “Alguma Coisa Assim”, no eixo São Paulo-Berlim; “Vinte anos”, em Cuba
Começa em diversas capitais brasileiras mostra de cienasta sueco. Conhecido por seus dramas metafísicos graves, ele passou por muitos gêneros — como a crítica social e o drama político
Festival traz saboroso cardápio de produções e expõe desigualdade de gênero no audiovisual. Vale acompanhar a mostra paralela “Lute como uma Mulher”
Quais os próximos passos (e dilemas) da resistência bolivariana? Caracas ficará sozinha frente ao acosso dos EUA? Como enfrentar o projeto trumpista de recolonização da região? Seria possível construir uma cooperação entre países latino-americanos que garanta paz e soberania?
Ao sequestrar Maduro e escancarar o projeto de submissão da América Latina, Trump revela força e fraqueza. EUA expõem sua condição de opressores. Agora é prioritário afastar sua enorme influência, em particular no Brasil. Há caminhos para isso
Ninguém pode mais ignorar que vivemos ameaça sem precedentes. Há dúvidas de que o país precisa se preparar militarmente; e de que esse esforço tem que incluir armamento nuclear? Não podemos vencer uma superpotência; mas devemos ser capazes de dissuadi-la
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