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A ideia de guerra ao terror, usada por Israel e EUA, é um artifício semântico para separar guerreiros civilizados das “bestas-feras árabes”. Cínicos, os países tentam ocultar seus crimes brutais que se tornaram expedientes corriqueiros no exercício do poder
Não há nada de complexo no conflito. Direito internacional garante territórios palestinos, mas a ONU está esvaziada pelos que apoiam Tel Aviv. É cada vez mais evidente que Netanyahu usa a guerra e o medo uma forma de governar sob crises permanentes
Sob terror e escombros, humanidade e poesia. Crônica da guerra, por uma escritora palestina. A família confinada em Gaza. As bombas gritam, os telefones se calam. As mortes que não contam. Em meio ao terror de Israel, a Palestina viverá
Grupo fundamentalista é fruto de 50 anos de ocupação e cumplicidade ocidental. Eleito governo em 2006, apostou numa plataforma de políticas sociais e libertação nacional. Em meio a um deserto de alternativas, ofereceu saídas à solidão palestina
Que fará Biden em Tel Aviv, após Israel matar 500, em bombardeio a hospital? Ousará deter um aliado estratégico? Ou manterá apoio à carnificina, arriscando incendiar Oriente Médio e devastar a ordem internacional criada por Washington?
País vivia conflito entre governo fundamentalista e sociedade civil – com possível colapso da ordem jurídica. Terá o ataque do Hamas realmente sido surpresa? Depois dele, crise terminou, espírito de unidade prevalece e ultradireita sente-se livre para seu maior projeto
Em Gaza, Netanyahu monta seu Auschwitz. Washington e Paris são cúmplices. A mídia esconde o contexto do conflito, para pintar as vítimas como “terroristas”. Mas a desumanização não passará, enquanto David (hoje palestino) resistir a Golias
Novo livro revela um país viciado em agressões. Produção incessante de conflitos não é acidente – mas o centro da diplomacia e da própria política interna dos EUA. E Israel joga papel decisivo na dinâmica da militarização permanente
Herdeiro político de Edward Said expõe a brutalidade da ocupação, debate a ação do grupo islâmico e alerta: 2 milhões de pessoas estão ameaçadas por um massacre brutal. Para evitar a tragédia, primeiro passo é uma troca de prisioneiros
Massacre da população civil de Gaza começou. Telavive julga que mais brutalidade esmagará, enfim, as aspirações palestinas. Mas a violência volta-se contra os regimes coloniais que a praticam. O terror que Israel inflige é o terror que receberá
Quais os próximos passos (e dilemas) da resistência bolivariana? Caracas ficará sozinha frente ao acosso dos EUA? Como enfrentar o projeto trumpista de recolonização da região? Seria possível construir uma cooperação entre países latino-americanos que garanta paz e soberania?
Ao sequestrar Maduro e escancarar o projeto de submissão da América Latina, Trump revela força e fraqueza. EUA expõem sua condição de opressores. Agora é prioritário afastar sua enorme influência, em particular no Brasil. Há caminhos para isso
Ninguém pode mais ignorar que vivemos ameaça sem precedentes. Há dúvidas de que o país precisa se preparar militarmente; e de que esse esforço tem que incluir armamento nuclear? Não podemos vencer uma superpotência; mas devemos ser capazes de dissuadi-la
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