Vigília pela Vida e a Liberdade, num Brasil em colapso

Organizado por 41 entidades, ato terá cantos de Chico César e Teatro Oficina — e presença de personalidades como Nassif, Laerte, Aroeira. Evento marca o Dia Mundial da Saúde e do Jornalista – e a urgência de vacinas, volta dos R$ 600 e políticas contra a fome

Por Patrícia Cornils

A Vigília pela Vida e pela Liberdade é um ato virtual em defesa de jornalistas perseguidos judicialmente e atacados por Bolsonaro e suas redes de ódio. É também um ato para denunciar a conduta genocida do governo brasileiro nesta pandemia. Organizada por 41 entidades e movimentos, por jornalistas, juristas, profissionais de saúde — e outras categorias –, a vigília vai ao ar no dia 7 de abril, das 20h às 21h30. Será transmitida pela TVT e por uma rede de canais parceiros.

Abrindo com Chico César e fechando com o Teatro Oficina Uzyna Uzona cantando Chico Buarque, o ato vai contar com participações de Chico César, Aroeira, Luís Nassif, Laerte, Renato Braz, Pedro Hallal, Vladimir Safatle, Otto e Antônio Corrêa de Lacerda, entre dezenas de outras. Os operadores do Direito que participarão do ato incluem Cláudio de Souza Neto, autor de uma ADIn contra o assédio judicial e processual a jornalistas, a ser protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 7 pela manhã.

No Dia Mundial da Saúde e no Dia do Jornalista no Brasil, a Vigília pela Vida e pela Liberdade une-se a milhares de movimentos e entidades e milhões de brasileiras e brasileiros que lutam por vacinas para todo mundo, por um auxílio emergencial de 600 reais, que proteja nosso povo da fome; por investimentos em saúde, ciência e educação. Pelo fim do genocídio do povo negro e indígena. Em resistência a um governo que só tem a morte a nos oferecer.

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