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Há proximidade. Para Gramsci, o fascismo surge em momentos de crise do capitalismo, inflado pelo medo da burguesia diante dos movimentos populares. Mas ultradireitistas não conseguiram superar a classe que os impulsionou… até agora
Grupos fundamentalistas despejaram ao menos R$ 220 milhões na América Latina. Dinheiro produziu montanhas de mentiras sobre covid, mitos antiaborto e o ódio aos LGBTI. Objetivo final: destroçar sistema de proteção de direitos humanos
Rompeu-se o movimento de pinça por meio do qual a classe do 0,1% impôs seu projeto desde 2008. Será inútil – se persistir o grande déficit de imaginação política da esquerda. Mas uma nova oportunidade está se abrindo, em especial no Brasil…
A derrota de Trump aproxima-se e Bolsonaro pode fracassar nas capitais, em 15/11. Uma nova conjuntura estará aberta. Para não desperdiçá-la, vale examinar em detalhes a relação entre governo, neofascismo e grande poder econômico
Grupo se autodenomina “MP Pró-Sociedade”, mas protege os disseminadores de fake-news, ajuda a insuflar ódio contra a esquerda e chega a obrigar prefeitos a comprar cloroquina – e médicos da rede pública a receitá-la. Veja como atuam
Reacionários e brutais, Trump, Bolsonaro e outros são vistos às vezes como sinais do fascimo. Talvez sejam menos que isso — porque lhes falta apoio popular orgânico. Para desmistificá-los, é preciso examinar as condições que os criaram
Como o projeto neoliberal e a ultradireita voltaram a ser batidos na América do Sul. Que o resultado diz à esquerda brasileira. Quais os obstáculos à frente e as chances uma mudança real, a partir da Constituinte
Eles compartilham o prazer em infligir o sofrimento ao outro. Violam direitos humanos e instauram o conflito permanente. Alguns são punidos por seus crimes. Outros, mais ardilosos, infiltram-se na política, na religião e nas corporações
Q-Anon, teorias antivacina, terraplanismo e afins propagam com força na internet. Bolsonaro corrobora e ajuda a difundir, especialmente as relacionadas a tratamentos e imunização de covid-19. Jornalista expõe a origem de algumas delas
Embora ligada a bilionários do petróleo e das finanças, ela percebeu que é popular quando ataca os símbolos de uma modernidade decadente: o sistema político, a Razão, o Direito, a Mídia. Para vencê-la, é preciso contar com novas ferramentas
São Paulo na garupa: quem decide para onde a cidade anda, e por que a necessidade não se esgota na […]
Enquanto o mundo volta os olhos à Gaza, expansão de assentamentos sionistas reconfigura o mapa palestino no Vale do Jordão. A violência dos colonos é central neste plano. Israel formaliza expulsão e prisão de palestinos. Nova operação militar escala a crise
De la Espriella assume a presidência num país polarizado. Seu discurso é de paranoia e paramilitarismo. Ostenta vida de luxo num dos países mais desiguais do mundo. E insufla a virilidade e o machismo como virtudes máximas. Como venceu?
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