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Elas apostam na “reforma” administrativa – tema que confunde a opinião pública – para tirar de foco a luta pela soberania
Cresce a crítica ao carro elétrico: não há vida urbana saudável sob o transporte individual. Surge um novo projeto: cidades compactas e mistas, com limites ao automóvel, metrồ e ônibus abundantes e deslocamentos de até 15 minutos
Nunca as metrópoles brasileiras precisaram tanto de uma revolução na mobilidade urbana. Um conjunto de ativistas e pensadores está relançando um documento, um site e uma proposta de luta por este tema. Veja o que eles pensam e pretendem
No Dia Mundial sem Carro, reflexão sobre a mercadoria-síntese do capitalismo. Como tornou-se bem obrigatório. Por que entrega o contrário do que promete. Que leva bilhões a recalcar os males que produz, em nome das migalhas que oferece
Frente a greve dos ferroviários, terminal lotado e transporte insuficiente, os trabalhadores decidiram que não seriam os únicos prejudicados. Ocuparam as vias: ninguém ia se humilhar em ônibus lotados por chantagem dos patrões
Uma densa rede de ciclovias, com conexões que ligam periferias ao centro de Paris é aposta ambiciosa da prefeitura. Na pandemia, 400 mil utilizaram serviço público de aluguel de bikes – e prefeitura dá 500 euros a quem preferir comprar
Tecnologia para o Comum: um aplicativo de mapeamento coletivo é lançado por pesquisadores da Unifesp. Ele permite à população da grande SP apontar — e evitar — os perigos (e sufocos) da lotação em ônibus, metrô e trem em tempos de pandemia
Em mapa, a estratégia territorial da Uber no país: desde 2018, ela freia sua expansão para se focar em áreas com infraestrutura, população e renda — sobrecarregando a oferta de transporte em regiões já assistidas. Periferias ficaram à margem
Primeiros dados, de SP, revelam: com menos automóveis nas ruas, velocidade do transporte coletivo aumentou, lotação diminuiu e até poluição foi reduzida. Mudança deveria estimular políticas que restringissem para sempre uso do carro individual
É nos espaços urbanos que explodem as desigualdades brasileiras; e foi lá que começou, nos anos 1970, um esforço para rever o país. Mas, agora o debate é ralo: perde-se a oportunidade de questionar as estruturas do bolsonarismo. Por que?
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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