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Vozes ancestrais e sertanejas em conferência ressoam: produção agroecológica já não é experiência alternativa, mas o modo de vida de 1 milhão de pessoas. Na combinação entre saberes tradicionais e ciência contemporânea pode estar o caminho para superar o agronegócio
Há frutas de “gula digital”. As envenenadas pelo agro. Aquelas que não dão em pé, somente nas embalagens de ultraprocessados. E as nativas, que novas gerações desconhecem, mas resistem: nutrem memórias, afetos e outro modelo de sociedade
Brasil sai do Mapa da Fome: houve avanços positivos, apesar do “ajuste fiscal”. Mas cartografia dos juros da dívida mostra: a cada ano, rentismo drena mais recursos públicos. Governo precisa de outra geografia econômica. O primeiro passo: reduzir a Selic
Um estudo em profundidade sobre as ações do MST, ao longo das décadas. À luta pela terra, somou-se outra: a busca de alternativas aos circuitos de comercialização. Mais e melhores mercados, com cooperativas e políticas públicas de compra de alimentos são fundamentais
• Poluição e gravidez • Há agrotóxicos na água da torneira • ONU debate sistemas alimentares globais • Enfermeiras se manifestam no 8M • Covid vira endemia? • Descoberta sobre os casos graves • União Europeia protela suspensão de patentes •
Encontro dos Povos sobre Sistemas Alimentares, em contraposição a evento das corporações e da ONU, adverte: concentração de terras e sistemas alimentares devasta a saúde e o planeta. Para transformação, é preciso focar na agroecologia
Começa em 23/9 encontro sobre tema de extrema relevância, no mundo à beira do colapso climático. Mas domínio da indústria de ultraprocessados e do agronegócio deve interditar soluções reais — que existem, como mostra nosso texto
Estudo mostra: em 15 anos, acordo trará crescimento pífio de 0,45% ao país. Frustrará o projeto Programa Nova Indústria Brasil e pode comprometer a soberania nacional. Por que Lula o comemora? Para capitalizar um “sucesso” nas relações internacionais?
Por trás das agressões de Trump, que agora cobiça Groenlândia, estão o projeto radical de um mundo unipolar e a importância crescente do Ártico. Mas haverá reações de China, Rússia e talvez da Europa – além de corrida armamentista perigosa. Virão tempos complexos…
Os bilionários tornaram-se cada vez mais fortes, na política e na mídia. Porém, em todo o mundo, vastas maiorias apoiam a redistribuição da riqueza. Como esta vontade é sequestrada? O que ela diz sobre a urgência de novo horizonte político?
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