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Em resposta a um cenário em que mais encarceramento e mais polícia resultam, paradoxalmente, em cada vez mais criminalização, é preciso levantar a alternativa abolicionista. Em outubro, um seminário em SP promoverá vasto debate sobre o tema
Insistência no proibicionismo e mudança na geopolítica do tráfico colocaram país no centro das rotas internacionais. E a resposta – encarceramento em massa – jogou gasolina à fogueira. América Latina continua a repetir os erros de sempre
No Brasil para lançar seu novo livro, ela aponta: “o objetivo final do feminismo abolicionista é o fim das prisões”. Para isso, sugere um modelo alternativo de segurança – hoje racista – que preze por moradia, assistência médica e saúde mental
Facadas, afogamentos e pauladas: de 2021 a 2022, Pastoral Carcerária registrou aumento de 37% nos casos de tortura nas prisões. Faltam atendimento médico e insumos básicos – mas sobram vexame e humilhação à familiares de detentos
Presa por tráfico, Jéssica estava em trabalho de parto quando foi trancafiada. Após condenação, o MP lhe aplicou ainda uma multa de R$ 5 mil. Irrisória ao Estado, a pena-multa é mais um mecanismo na espiral da pobreza e violência
Nos presídios estaduais, mortes por “causas naturais” vitima 480 detentos ao ano, o equivalente a quatro massacres do Carandiru. Maioria são jovens e negros. Faltam infraestrutura e profissionais de saúde e há relatos de negligência
Depois de acompanhar e analisar centenas de sessões, advogada relata, em livro: instituídas para humanizar Justiça, audiências o fazem apenas parcialmente. Juízes atropelam direitos, priorizam o patrimônio, e ignoram abusos e tortura
Filósofa vê o ato violento – irrealista e impraticável como caminho para a transformação contemporânea – como um produto do ego e o individualismo. E reafirma: é preciso driblar a “realidade” imposta pelo Estado e suas instituições
Em todo o país, apenas 1% dos internos foram testados. Presídios cortam contato com entidades e familiares. Grupo de risco é alto, mas soltura é negada. Principais vetores da doença, carcerários são privados de proteção ou treinamento adequado
Como o grupo cresce nas prisões e periferias, ao garantir direitos ultrajados, reduzir a violência gratuita e manter disciplina. O código de ética e os julgamentos. Os massacres nos presídios e a recente expansão internacional
Como a entrada da Alphabet nas cátedras aprofunda a dependência e ameaça a soberania nacional? Que ardis utiliza para forçar acesso ao pensamento estratégico do Estado e transformar ciência pública em infraestrutura privada de poder?
Alta do custo de vida foi o estopim das manifestações. EUA e Israel tentam dirigi-las para a “mudança de regime”. Esta ousadia pode ser seu ponto fraco: população rejeita interferência externa. Regime age para enfrentar as sanções, mas resultados ainda são limitados
Da Inglaterra industrial às lutas de Chicago, seguido pela França até às greves no Brasil, reduzir a o tempo de trabalho está no cerne das resistências trabalhistas. O que dizem as pesquisas atuais? Por que o apoio ao fim da escala 6×1 é tão amplo?
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