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Mídias “respeitáveis” dos EUA distorcem fatos e fabricam alarmismo artificial contra imunizantes seguros da China e Rússia. Como funciona a campanha. Por que, em nome de seus interesses geopolíticos, Washington ameaça a Saúde global
Giro de Biden pela Europa desnuda limites do progressismo americano. Inovador e ousado nos assuntos internos, presidente é refém dos interesses do império. China evita disputa militar: sabe que dá as cartas, por não ter cedido à ilusão neoliberal
Pentágono ainda presume o direito de hegemonia sobre a América Latina, diante da “ameaça” asiática. Em fala em Washington, almirante reforça antiga ideia da Guerra Fria, para atuar contra “atores regionais malignos” em seu quintal…
Progressista no plano interno, presidente mantém a geopolítica agressiva de seus antecessores. Tentativa de apagar os desastres – em especial no Oriente Médio – não esconde: China e Rússia estão no alvo, e os EUA não descartam a força bruta
Os EUA e a OTAN veem no país a chance de ampliar seu cerco à Rússia. Mas Moscou, que se fortaleceu na Síria, já não aceita ser humilhada. Os generais do Pentágono e a indústria de armamentos querem um conflito. Biden, por enquanto não
Visita de representantes do governo Biden à Argentina, Colômbia e Uruguai mostra: Washington perde terreno na região. Teme que, nos próximos 20 anos, ela se torne braço estratégico de Rússia, China e Irã. E o descaso pelo Brasil não é acidental
Inconsciente de sua pequenez, o Reino Unido espalha conflitos insólitos – da conspiração para o golpe na Bolívia a planos anti-Rússia. Tem o amparo de sua ex-colônia, os EUA. Decadente mas perverso, mostra que é grave não saber envelhecer
China, Rússia, Bolívia e Irã: não há país sem contradições. Nações antiimperialistas também têm “espoliadores locais” e insatisfações populares. Entendê-las, de forma crítica, é crucial à construção de uma solidariedade internacional
Da ocupação mongol, no século XIII, à luta contra o nazismo, país se forjou em longa tradição militar e de resistência a invasores. Putin a evoca, quando responde a Biden – e pode não ser boa ideia à “civilizada” Otan provocá-lo…
País perde oportunidade histórica com a China, que precisa de parceiros no Sul Global. Isolado, Itamaraty vê parcerias de Pequim deslocarem-se para África e Argentina. Pária, arrisca-se a perder laços históricos também com Índia e Rússia
Quais os próximos passos (e dilemas) da resistência bolivariana? Caracas ficará sozinha frente ao acosso dos EUA? Como enfrentar o projeto trumpista de recolonização da região? Seria possível construir uma cooperação entre países latino-americanos que garanta paz e soberania?
Ao sequestrar Maduro e escancarar o projeto de submissão da América Latina, Trump revela força e fraqueza. EUA expõem sua condição de opressores. Agora é prioritário afastar sua enorme influência, em particular no Brasil. Há caminhos para isso
Ninguém pode mais ignorar que vivemos ameaça sem precedentes. Há dúvidas de que o país precisa se preparar militarmente; e de que esse esforço tem que incluir armamento nuclear? Não podemos vencer uma superpotência; mas devemos ser capazes de dissuadi-la
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