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Putin e os que o provocam. A loucura sacrificial russa e a ignorância americana. O inimigo interno que a mídia cala. O que leva alguém a pegar em armas. Guerra interbranca e emergência bárbara das periferias. Xi: “uma só mão não faz barulho”
Presença de batalhões nazistas no exército ucraniano é inaceitável, mas vale conhecer suas origens históricas. País sofreu, como tragédia, a coletivização forçada do campo, por Stálin. Parte da população simpatizou com o invasor alemão
Se EUA nutrem projeto imperialista na Europa através da OTAN, resposta de Putin é selvagem, inclusive com ameaças nucleares. Resultado: o naufrágio da diplomacia, crise de refugiados (e mais racismos) e sanções com impactos globais
Washington visa implodir a economia russa e rachar elites próximas a Putin. Mas a aposta é de alto risco. Moscou pode iniciar processo de desdolarização e imprimir os rublos para pagar salários e desenvolver suas indústrias
Putin deixou-se prender em emboscada política. Ocidente detonou bomba atômica financeira, mas pode ser atingido por ela. China repele EUA, não se alinha a Moscou e pode ter chaves para saída de longo prazo. Há lições para a esquerda
Integridade dos Estados ou autodeterminação dos povos? Estes conceitos chocam-se com frequência no Direito internacional e é comum os Estados escolherem segundo seus interesses. Mas Washington é especialmente volúvel…
Por trás do aceno de Bolsonaro a Putin, não havia cálculo geopolítico — mas birra infantil pela perda de Trump. Amor-vassalo aos EUA, isolamento brasileiro e diplomacia a reboque das emoções só poderão ser curados com outro governo
Ao questionar limites da democracia russa, opositor liberal ocupa espaço. Mas país aprendeu a temer cantos de sereia do Ocidente e preza reconstrução nacional em curso. Pergunta-chave: até quando ela poderá conviver com vasta desigualdade?
Tradição na Medicina de Guerra, crucial em crises, ajudou a conter a propagação da doença. Mas assistência social burocratizada deixou milhões desassistidos e gerou protestos. Discrepâncias de renda e infraestrutura tornaram-se patentes
Washington flerta com a guerra, que afundaria a gigantesca pirâmide global dos derivativos financeiros. Qual a estratégia por trás deste jogo?
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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