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“Juristas, políticos e colunistas que não podem ser acusados de simpáticos à esquerda manifestam agora seu incômodo. Incômodo que só aumenta quando se veem políticos com crimes comprovados andando livres por aí”
Aclamado por onde passa, ator que se autoproclamou presidente dispara: “a comédia é o antídoto para nosso momento de terror”. Mas a farsa terá fim: “não vou passar quatro anos como Bolsonaro, fingindo ser presidente”
Só uma grande reviravolta – como a que Jeremy Corbyn liderou na Inglaterra – tornaria o partido novamente relevante. Mas haverá caminhos, em meio a vasta burocratização? Dez teses incômodas
Roberto Andrés, um dos animadores do “Ocupa Política”, vislumbra articulação de lutas democráticas a partir da sociedade, em diálogo com setores do Parlamento
Também na economia, retrocesso seria trágico. Momento é de superar rancores para buscar caminhos. Votar branco, nulo ou não votar é ser conivente com o desastre anunciado
Força de Bolsonaro não está no apelo à violência – mas no vingancismo contra um sistema ao qual o PT se adaptou. Esta onda pode voltar-se contra quem a cavalga
Diante de Bolsonaro, que avança prometendo nada mudar, a pior estratégia é a defesa. Precisamos de uma esquerda capaz de afirmar que a vida pode mais
Além da vitória da extrema direita, é preciso atentar para a emergência dos think tanks internacionais e a necessidade de reinventar a política. Mas agora, o urgentíssimo é evitar governo de devastação do país
Situação apavorante das Filipinas, onde milhares foram mortos após eleição de presidente fascista, precisa servir de alerta e estímulo para enfrentar os riscos que corremos
Inútil argumentar racionalmente com os que optaram pela extrema direita: espalhar amor e acolhimento é nossa maior defesa agora Por […]
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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