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Protestos da juventude se espalham do Peru ao Quênia, Nepal, Marrocos e Paraguai. Em comum: a bandeira de mangá japonês que representa a luta contra a opressão. No centro, recusa a uma vida precária. Palavras de ordem recordam as primaveras de 2010 – e requerem atenção
Após a tormenta Daniel, acentua-se o drama de um país rico em petróleo e água, mas cujo Estado foi destruído pela invasão da Otan. Mais sobreviventes arriscarão suas vidas no Mediterrâneo – síntese das relações coloniais entre Europa e África
Redes bolsonaristas estão em refluxo. Pode ser a hora de retomar o ativismo irreverente e intenso que, há dez anos, zombava do sistema e construía um laboratório de outros mundos possíveis. O caminho é longo: esboço de um roteiro
Jogo do Poder é um vibrante thriller sobre os meses radicais da primavera grega. Baseado no livro de Yanis Varoufakis, filme expõe as reuniões a portas fechadas, a cena dos bailarinos-tecnocratas e a rebelião que abalou o establishment da Europa
Há dez anos, rebelião popular abalou políticas de “austeridade” da Europa – e desembocou num grande não ao neoliberalismo. Mas, por não criar alternativas, movimento foi engolido pelas forças conservadoras. O que isso ensina ao Brasil
Para o filósofo, defensor de um comunismo renovado, os protestos multiplicam-se pelo mundo, mas não poderão articular-se enquanto se limitarem à crítica. É preciso dar um passo semelhante ao Marx em 1848, diz ele
Por que, enquanto o Brasil regride, espalham-se pelo mundo revoltas que miram o neoliberalismo: mercantilização da vida, destruição de serviços públicos, privatizações, “empregos lixo”? Análise dos novos movimentos que mídia esconde
Fake news, difundido por milícias digitais para criar e favorecer golpes de Estado. Manipulação de eleições, com tecnologia Cambridge Analytica. Em cinco anos, conservadores dominaram disputa na internet. É hora de um contra-ataque.
Em entrevista surpreendente, filósofo da “Multidão” reafirma aposta nos sujeitos pós-industriais. Mas dispara: chega de cultivar mito horizontalista e de renegar a política!
Estado Islâmico cresceu por atitudes absurdas de Washington: da liquidação do exército iraquiano ao apoio à guerra civil na Síria
Por Patrick Cockburn
O espantalho da “ameaça russa” foi erguido. Assustados, “líderes” europeus triplicam seus orçamentos militares (e desmontam o Estado social). Mas indústria bélica tem muitas bocas – e vorazes. Crônica de um desastre geopolítico anunciado
Decapitado pela nobreza há 500 anos, teólogo alemão pregou um “reinado de Deus” sem classes sociais e propriedade privada. Instigou a revolta plebeia. Liderou a construção de uma Comuna. E lutou até o fim por uma utopia concreta, ao lado de seu exército com sete mil camponeses
Crônica de Belém. No carpete dos corredores, os homens brancos batem cabeça e os lobistas bloqueiam as saídas que nos salvariam da tragédia. Mas em torno de grandes panelas, mulheres cozinham o alimento saudável de quem manterá a luta pela vida
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