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Da exploração colonial à era dos Soberanos, aos Impérios e ao mundo das Finanças, dominado pelos EUA. Feito vírus, sistema pilha países, explora o trabalho e molda como mercadoria a alma humana. Mas sua lógica central tornou-se obsoleta
Cozinhamos em nossas panelas as doenças de amanhã. Relação predatória com a natureza, abuso dos “aditivos” nas fazendas industriais e ambição do agronegócio tornam a Terra um lugar bizarro e cada vez mais perigoso
Auxílio-emergência de R$ 600 aos mais pobres, que poderia ser pago em horas, atrasa semanas. Em meio ao caos, 13º é eliminado, na carteira verde-amarela. A pandemia está só começando, mas o 0,1 já mostra os dentes
China reforça seu grande projeto, que mira 2050. União Europeia se esgarçará. EUA confiarão na força militar e financeira. Neoliberalismo finge-se de morto – mas tentará regressar, como em 2008… E Brasil arrisca-se a manter triste sina
Estudos comprovam, há pelo menos duas décadas, a conexão entre a perda florestal e a proliferação de doenças. Crescente devastação na Amazônia pode gerar novas epidemias: a cada 1% de floresta derrubada por ano, malária aumenta 23%
Diante das provocações de Bolsonaro, ministro lança seu maior desafio, com apoio luxuoso da Globo. Mas o presidente faz cálculos eleitoreiros, e por isso, a demissão pode não vir. Em meio à pandemia, política como espetáculo macabro
Se nada fizermos, o recolhimento do capitalismo para o interior das residências será a promessa de que tudo voltará a ser como antes. Ou – pior – sinal de que as fronteiras entre trabalho e tempo livre estão prestes a se apagar por completo
Bons modos não salvarão o sistema. Partindo da teoria do valor-trabalho de Marx, livro sugere: estamos no fim de longo declínio. Crises como a do coronavírus serão corriqueiras, enquanto não formos capazes de por fim ao pesadelo
Por que, nas crises, nos sentimos tão impelidos a voltar à normalidade de uma vida sacrificada e vazia, na máquina capitalista? Surgiu uma fenda imensa. Nada garante que o não-mundo de antes retornará
Prestes a ser julgado por corrupção, primeiro-ministro Benjamin Netanyahu usa celulares para monitorar população e fecha tribunais e Parlamento. População nas ruas, em protesto. Leia também: telemedicina autorizada no Brasil
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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