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Do assalto à Venezuela aos eventos no Irã, o jornalismo torna-se arma de guerra e isola os países em conflito com os EUA. O que a velha mídia não conta? Por onde se informar? Qual o desafio de contextualizar processos históricos? E o papel dos meios alternativos?
Marco da imprensa independente brasileira, liderado por Raimundo Pereira, o semanário desafiou a ditadura e propôs projetos de Brasil. Engajado, organizou frentes de oposição, propagando-se nas “brechas” do regime. Na Era digital, tem lições para inspirar as novas gerações
Contra fake news e oligopólios, profissionais propõem: financiamento público para projetos de comunicação – plurais, livres e cidadãs, fora da lógica dos mercados. Iniciativas em vários países mostram que caminho pode ampliar democracia
Das “armas de destruição de massa” no Iraque à “fuga de Lula para a Etiópia”, é a velha mídia quem […]
Nosso jornalismo de profundidade vai debater os Referendos Revogatórios e um novo projeto de país. Precisamos de recursos – e oferecemos contrapartidas singulares. Veja como participar
Crônica de conversa com F.M., filho abastado da elite financeira paulistana convertido, pelas ruas, em anarquista, filantropo e Ninja
Segundo capítulo do livro-reportagem sobre “Movimento” revela: equipe queria jornal-cooperativa, era radical contra ditadura, zombava do patrão
Entrevista com Lino Bocchini, editor e criador do blog Falha de S. Paulo. Embora diga defender a liberdade de expressão, […]
Por trás das agressões de Trump, que agora cobiça Groenlândia, estão o projeto radical de um mundo unipolar e a importância crescente do Ártico. Mas haverá reações de China, Rússia e talvez da Europa – além de corrida armamentista perigosa. Virão tempos complexos…
Os bilionários tornaram-se cada vez mais fortes, na política e na mídia. Porém, em todo o mundo, vastas maiorias apoiam a redistribuição da riqueza. Como esta vontade é sequestrada? O que ela diz sobre a urgência de novo horizonte político?
Imigração. Vestuário muçulmano. Banheiros unissex. Na estratégia de guerra cultural da ultradireita, agitar fantasmas tornou-se ponto crucial. Por que ele é eficaz, em meio à crise da democracia? Quais os contravenenos?
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