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Dia trágico tem recorde de mais de mil mortes por coronavírus. Mas Saúde tenta mudar de assunto, Secom comemora “placar de vidas” e Bolsonaro mistura deboche e fake news. Leia também: mais fardados no ‘Milistério’
Sistema de saúde excludente e despreparado. Medidas emergenciais fragmentadas. Indústria desnacionalizada — inclusive a de insumos hospitalares. E o fator Trump, que aprofunda caos interno e geopolítico
Em plena crise, crescem os riscos de caos diplomático e guerra pela hegemonia global. EUA, Rússia e China fazem preparativos militares. Trump anuncia: pode usar armas nucleares. Submissão do Brasil a Washington nunca foi tão perigosa
Para sair de labirintos como o nosso, mostra a História, é preciso somar forças inclusive com antigos adversários. Mas é indispensável derrotar os fascistas nas ruas: com maioria e, se necessário, enfrentando sua ferocidade com força
Bolsonaro fala em golpe e ataca democracia para tentar esconder as negociações com o setor mais fisiológico da “velha política”. Leia também: governo resiste a pagar os R$ 600; agrava-se colapso das UTIs
Aturdido pelos panelaços e isolado dos ministros, do Congresso e até dos militares, capitão deu, na fala de ontem, um passo envergonhado atrás. Era isso ou quebrar. Mas retrocesso também revela tentativa de se reposicionar no jogo
Quem compõe as hordas que atacam forças populares. Como oposição fragmentada se articulou contra Evo. O papel da OEA no golpe. Por que governo se descolou das bases. Quais as perspectivas após o “acordo” para novas eleições
Dez dias (e 23 mortes) passaram-se, mas ultradireita não foi capaz de silenciá-los. Exilado, o vice-presidente descreve a caça às cholas, a ação das milícias, a traição dos generais. E a covardia da classe média, tropa de choque do racismo colonial
Nova coluna de Outras Palavras debate polícia e justiça. Na estreia: só os PMs respondem por abusos e violações. Mídia e MP poupam comandantes, governos e estrutura, que humilha a base policial para torná-la feroz contra a sociedade
Estudioso do poder militar adverte: aderir ao antipetismo ideológico e volta ao poder em papel secundário foi grande erro. Agora, são enrolados por Bolsonaro que serve-se deles para demonstrar poder e os contorna quando é enquadrado
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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