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Ação das torcidas de futebol contra Bolsonaro revela como há espaço para oposição e luta democrática. E mais: número de mortes por covid-19 pode ser 140% maior; governantes insistem em reabertura irresponsável das cidades
A grande disputa que ocorrerá breve não pode ser momento de afirmação identitária de partidos. Precisa retomar as grandes mobilizações sociais por um país respirável — o que só se fará com grandes frentes. Eles devem ser construídas já!
Foi-se o tempo de autocrítica das esquerdas. Hora é de ação e Frente Ampla contra Bolsonaro. Com o poder das ruas diminuído, é preciso reinventar lógica de combate — com criatividade e coragem, como sugeriam Raul Seixas e Hemingway
Fala um dos corintianos que bloquearam manifestação da ultradireita na Avenida Paulista, sábado. Ele sustenta: derrotar o vírus do bolsonarismo é tão importante quanto o da covid-19; e as periferias podem agir…
Para sair de labirintos como o nosso, mostra a História, é preciso somar forças inclusive com antigos adversários. Mas é indispensável derrotar os fascistas nas ruas: com maioria e, se necessário, enfrentando sua ferocidade com força
Como Mussolini na efêmera República de Salò, ele tentar mascarar fracassos lançando-se a série de atos bizarros. Aguarde novos “espetáculos” – agora para disfarçar o crime de interferência na PF e o acordo com o “Centrão”
Não são os tiozões agressivos de verde-amarelo que amparam o capitão – e sim a elite de punhos de renda dos mercados financeiros. Mas o presidente sobreviverá à dissidência da Globo? E que a esquerda poderia fazer, em meio à disputa?
Em meio a crises globais, que expõem o fracasso de suas políticas, Bolsonaro tenta desviar o foco e encena uma falsa disputa com o Congresso. A oposição está mordendo a isca – mas ainda há tempo de corrigir o erro
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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