Por 50 anos, especulação imobiliária e crença nos antibióticos afastaram urbanismo e arquitetura da busca por luz e ar. Agora, sabe-se que este divórcio foi trágico; e cresce a luta por parques, ruas sem carros, transportes públicos e ciclovias
Estudos comprovam, há pelo menos duas décadas, a conexão entre a perda florestal e a proliferação de doenças. Crescente devastação na Amazônia pode gerar novas epidemias: a cada 1% de floresta derrubada por ano, malária aumenta 23%