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Na resposta à demissão de Moro, presidente tece inesperados elogios a Weintraub e sua a luta contra a “doutrinação de décadas”. Patente, o imaginário de que na “Ditadura era melhor”. É aí que se trava real combate do bolsonarismo
Proposta de Guedes privilegia setor privado ao deixar de direcionar recursos às escolas – e obrigá-las à lógica da concorrência. Mais abastados poderão usar ticket para complementar mensalidade. Aos pobres, sobrará um ensino ainda mais deteriorado
Revelada mais uma armadilha, no pacote de PECs de Paulo Guedes. Governo desobriga-se de construir novas escolas em regiões carentes – e direciona recursos públicos para educação privada. Detalhe: bolsas, só para os “mais aptos”
Cresce apoio à luta dos estudantes; governo Alckmin isola-se. Neste fim de semana, Criolo, Maria Gadu, Scandurra e Paulo Miklos apresentam-se em escolas ocupadas.
Por Lucas Borges, no Rolling Stones
Reacesa esta semana, com divulgação geral dos salários, crise pode estar ligada a esforço para manter elitismo, quando sociedade exige democratização
Índice de negros, mestiços e índios no ensino superior multiplicou-se. Sei desempenho é notável. Preconceito inicial desmentido. Só São Paulo contraria…
Por Igor Carvalho, na Revista Fórum
Escolas introduziram publicidade maciça, pressão sobre professores e estímulo permanente à competição. Resultados lastimáveis estão levando defensores da “novidade” a pedir desculpas públicas
Na Rede Democrática
Direito à Saúde exige reforçar SUS e reverter privatização do sistema. Importação de doutores e extensão do curso são firulas
Na Rocinha, Ginásio Experimental de Novas Tecnologias agrupa alunos em equipes, define estratégias individuais de aprendizado, eleva professores à condição de orientadores e tem jornada integral
Por Patrícia Gomes, no Porvir
Como a entrada da Alphabet nas cátedras aprofunda a dependência e ameaça a soberania nacional? Que ardis utiliza para forçar acesso ao pensamento estratégico do Estado e transformar ciência pública em infraestrutura privada de poder?
Alta do custo de vida foi o estopim das manifestações. EUA e Israel tentam dirigi-las para a “mudança de regime”. Esta ousadia pode ser seu ponto fraco: população rejeita interferência externa. Regime age para enfrentar as sanções, mas resultados ainda são limitados
Da Inglaterra industrial às lutas de Chicago, seguido pela França até às greves no Brasil, reduzir a o tempo de trabalho está no cerne das resistências trabalhistas. O que dizem as pesquisas atuais? Por que o apoio ao fim da escala 6×1 é tão amplo?
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