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O pensador foi um dos primeiros a ousar fazer sociologia do ponto de vista dos racializados. Fósforo Editora lança, pela primeira vez no Brasil, coletânea que mescla ensaios, narrativas e poemas do ativista estadunidense. Leia o primeiro capítulo e concorra a exemplares
Ensaio da escritora franco-argelina Louisa Yousfi, em pré-venda pelas editoras Autonomia Literária e GLAC, inspira-se na obra de escritores dissidentes e revolucionários para desafiar a hegemonização do imperialismo cultural. Sorteamos dois exemplares
O que as colunas da cidade podem nos dizer sobre a identidade latino-americana? Em obra relançada pela Editora 34, o escritor a desvenda através de sua arquitetura, que conta uma história de colonialismo, mas também de reinvenção. Sortearemos um exemplar
Ensaio sobre o emblemático filme do expressionismo alemão. Ao deformar o real, ele sugeriu: as sombras são aspectos essenciais no xadrez do inconsciente — e pestes como a covid não terminam com a morte do vampiro
Presidente move-se pelas lógicas do capitalismo farmacopornô. Mobiliza desejos e afetos em jogo de excitação-frustração, sob um coquetel político. Viagra, para ilusões de “imbrochável” governo, e cloroquina, para capitalizar fé e negação
Ao driblar o esteticismo vazio, e rejeitar o niilismo, ele sustenta que na busca pelo saber sempre há uma ponta de esperança; no esclarecimento, uma via de saída
Luciana Cavalcanti estreia coluna sobre fotografia e apresenta artista “cuja câmera é um meio para construir intimidade, respeito amizade”
Ensaio exprime clima de otimismo com a revolução nos países árabes, e propõe que seja analisada na sua singularidade.
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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