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Quando Lula parecia deslanchar para uma campanha favorável, chacina produzida pelo governo do Rio reembaralha as cartas e introduz o tema espinhoso da segurança pública. Tarcísio reanima-se. Dúvida: como a esquerda reagirá, diante destes novos elementos?
Ansioso por tomar o bastão de Bolsonaro, e assumir a liderança dos ressentidos, governador paulista parece disposto a qualquer gesto que agrade o antigo chefe. Mas precisrá passar quatro longos meses ao relento, sem a mínima garantia de que sua submissão será recompensada
A campanha de Lula bem poderia mudar de tom. A primeira coisa é abolir culto ao passado e salto alto. É hora de dizer claramente o que será feito – com a comida, o salário, as dívidas, o SUS. E de passar dos comícios-shows à mobilização real
Na reta final da disputa pela Presidência, candidato da esquerda altermundista leva 100 mil às ruas, desafia polarização entre neoliberais e ultradireita e pode ir ao segundo turno. Sua aposta: levar às urnas a população pauperizada e a juventude
O projeto da transformação social está sendo pressionado pelo “atualismo” — a noção de que todas as mudanças se fazem dentro do sistema e o mundo se divide em “atualizados” e “obsoletos”. Por que a esquerda está perdendo este debate?
Com sua patética e cínica carta aos eleitores, FHC engrossa o coro dos que querem equiparar Haddad a Bolsonaro, e tenta — em vão — apagar seu papel lastimável no apoio ao golpe de 2016
Primeira: “adocicar” Bolsonaro, por meio do ultraliberal Paulo Guedes. Segunda: colonizar uma das candidaturas à esquerda, “sugerindo” um ministro da Fazenda como Joaquim Levy
Não há um furacão Bolsonaro. Marina está muito debilitada, mas Alckmin não. Ciro e Haddad têm enorme espaço para crescer […]
A meses das eleições presidenciais, Noam Chomsky descreve desigualdade que tragou maiorias, reduziu democracia a fachada e alimenta fenômento Trump
Entrevistas com candidatos à Presidência revelam: além de interromper incessantemente Dilma, “JN” tenta apresentar como “natural” agenda econômica desejada pelos mercados financeiros
Por Glauco Faria e Maíra Streit, na Revista Fórum
Entre os pré-candidatos para 2026, mais do que uma disputa familiar ou partidária. A Faria Lima tenta domesticar o extremismo, e buscar um “CEO” que garanta a agenda ultraliberal sem sobressaltos. Por trás do rótulo da moderação, o mesmo projeto
Produtos de massa, como a série, podem transmitir justamente o que tentam alienar? Ao final, até a indústria não consegue fugir de algo tão inerente à humanidade: o desejo coletivo de lutar contra um opressor – nem que isso exija uma coragem quase ingênua
Exame da nova Doutrina de Segurança Nacional dos EUA. Crítica às elites, ao globalismo e às instituições internacionais “usurpadoras” não esconde o essencial: aposta na força, ideia de que não há alternativase crença na primazia dos mercados
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