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Coletânea aborda um Brasil assolado pela violência e desigualdade. Vinte e dois autores, de diversas origens e escritas, contam suas histórias – do real ao onírico, da desilusão à esperança. Sorteamos 1 exemplar para quem apoia nosso jornalismo
Crítica literária analisa as principais técnicas de escrita da contista paulista, falecida em 3/4: as estratégias do foco narrativo; as mutações do conto até o limiar da ficção; o trânsito imaginativo entre o realismo e o fantástico
Parecia uma característica comum na aldeia: um amadurecimento precoce, uma relação incomum com o tempo. A criança aprendeu, com a história oral passada dos avós aos pais e aos filhos, a antever tempestades, catástrofes e bonanças
“Mas a outra, a viva, não se consumiu em nenhuma chama. Cantou todos os hinos de glória, mesmo que as vitórias nem tivessem tamanho de tão pequenas. Canta loca, ergue as mãos”
“As mesas estão do lado de fora e as almas, do lado de dentro, eternamente trancafiadas. Não tenho as chaves”
“Passei duas madrugadas fazendo o enchimento, estofa velha cheirando a mijo de gato, necessitava disfarçar o oco que me esvaziava”
Na noite de Porto Alegre, um humano e um androide especulam sobre realidade e ilusão. Um conto de Jéferson Assumção
Novo conto de Síndia Santos funde realidade e ficção — agora para iluminar a tragédia dos acidentes de trabalho
“Apunhalei pelas costas o que eu era, bicho morto, renasci”. Conto de Síndia Santos inaugura seção literária de Outras Palavras
Com a IA e as TICs, reaparece velho fetiche – o da “superação” do labor humano. Inteção é óbvia: esconder uma precarização cada vez mais intensa, para torná-la irreversível. Felizmente, seguem vivos o trabalho, a revolta contra sua exploração e a busca de novos sentidos para ele
Estudo mostra: impostos sobretudo pelos EUA, embargos matam meio milhão de civis por ano, mais do que as vidas perdidas em batalhas. A maioria é de crianças e idosos. Geram dor e sofrimento incalculáveis aos países do Sul
Um diálogo entre psicanálise e marxismo mostra como apetite pela produtividade e o gozo insaciável são complementares. Conformar-se a uma vida sem sentido leva à (auto)exploração. Autonomia requer reinventar o desejo… e o mundo
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