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José Aguiar recorre ao romance gráfico para retratar, em “A infância do Brasil”, violências contra menores ao longo de cinco séculos. Em abordagem criativa, livro compara, por exemplo, destino das mães presidiárias ao das antigas escravas
Breve radiografia do setor nos últimos 20 anos. Pouco mudou: o grosso da produção nacional é exportado, sem qualquer manufatura. China e EUA são os principais compradores. Riquezas se esvaem; o impactos ambientais ficam
Lógica da colonização e da conquista segue viva na alma do país. Dela nasce o tipo individualista, ganancioso e incontido, que trai ou rejeita seus iguais, mas se curva a um chefe poderoso. Não será possível superá-lo sem compreendê-lo a fundo
Ao puxar o fio de um episódio em um supermercado de classe alta, desenterra-se séculos permeados por escravidão e colonialismo, relações de trabalho e reprodução de mitos, xenofobia e “cordialidade”. É preciso arrancá-lo até o fim
Morre o líder do levante que derrubou o fascismo em Portugal, em 1974. Sua trajetória convida a relembrar um movimento incomum, que passou de revolta militar a revolução democrática e que, por 18 meses, desafiou a ordem burguesa
Ao criar conceito, pensador africano pensou muito além de figuras grotescas, como Bolsonaro. Quis enxergar interação entre república e colonialismo, num mundo eurocêntrico. Tensão explode agora. Resolvê-la exigirá novas formas de política
Teologia, política, mídia: acumulam-se mentiras nos pretextos para violência contra os palestinos. É assustador: assemelham-se cada vez mais às do nazismo. Centelha de esperança está nos boicotes, como o que pôs fim ao regime racista sul-africano
Novo capítulo do extermínio contra o qual seu povo luta há séculos: “O governo está entregando nosso território e nossos corpos aos inimigos”. Foram quase 15 mortes em seu povo, sobretudo idosos: “nossas bibliotecas se queimaram”
Mais de 16 milhões de latino-americanos estarão na extrema pobreza até 2021. Banco Mundial, FMI e OMC propõem ações emergenciais, mas amparam corporações que monopolizam a cadeia alimentar, especulam preços e subjugam camponeses
Colonizadores tentaram renomeá-los: jaguar virou “onça”, tapir ficou “anta”. Alguns, viraram híbridos: lobo-guará, tamanduá-bandeira, sapo-cururu. Mas língua indígena venceu, por maioria esmagadora: sabiá, tamanduá, perereca, jabuti
Em colagem de citações, cenas de uma evolução histórico-filosófica. Como moeda e mensuração, marcas da modernidade, repercutiram no pensamento e produção científica. Por que o neoliberalismo é o ápice desta relação. O que virá a seguir?
Palavras encantam. Mas “de nada adiantarão / se não juntarem mão com mão / se não houver vozes em coro / abraços apertados / festa na praça / tambor a estremecer o chão / povo que canta / silêncio que escuta”
Ensinar não é só transmitir saberes, mas habitar linguagens, narrativas, símbolos e memória coletiva. É uma troca. Escola não é prédio, mas encontro. Lá, o professor se reinscreve apesar da pedagogia tecnocrática imposta – e a esperança respira
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