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China, Rússia, Bolívia e Irã: não há país sem contradições. Nações antiimperialistas também têm “espoliadores locais” e insatisfações populares. Entendê-las, de forma crítica, é crucial à construção de uma solidariedade internacional
Da ocupação mongol, no século XIII, à luta contra o nazismo, país se forjou em longa tradição militar e de resistência a invasores. Putin a evoca, quando responde a Biden – e pode não ser boa ideia à “civilizada” Otan provocá-lo…
País perde oportunidade histórica com a China, que precisa de parceiros no Sul Global. Isolado, Itamaraty vê parcerias de Pequim deslocarem-se para África e Argentina. Pária, arrisca-se a perder laços históricos também com Índia e Rússia
Baixar a taxa de fecundidade, desestimulando as famílias muito numerosas, pode elevar expectativa de vida e bem-estar da população. Mas a condição são políticas públicas robustas e generosas. Há algo a aprender com a China e Coreia do Sul
Nova potência ascendente, China aposta em novos arranjos geopolíticos, fora dos domínios dos EUA e em tecnologias transformadoras. Momento é histórico, similar ao declínio dos impérios europeus, mas diplomacia brasileira fecha os olhos
Há sinais, em diversos países, de que é possível superar a crise, gerando empregos e bem-estar. Isso requer conter a reprimarização da economia e o sistema financeiro — e apostar no protagonismo do Estado e das empresas públicas
Com forte apoio estatal, Rússia e China largaram na frente, seguidos pela Europa. África quase fora do mapa. Israel vacinou 21% de sua população. Chile, México e Argentina já iniciam a 2º dosagem. No Brasil, vacina tardou — e há problemas graves de infraestrutura e logística
Às vésperas da posse de Biden, EUA parecem batidos em todos os terrenos de seu desafio à China: Geopolítica, Economia, Comércio, Ciência. Resta a supremacia militar. Falcões de Washington querem usá-la. Que fará o novo presidente?
Criado em 2013, projeto de integração euroasiática expressa aposta chinesa em globalização sem neoliberalismo. África pode ser decisiva nesse processo. EUA tentam sabotá-lo. Índia, parceira de Washington, vacila
Depois de “século de humilhações”, país estava prostrado, até 1949. Em meio a múltiplas contradições, processo revolucionário venceu a pobreza e lançou um projeto de globalização não neoliberal. O que isso pode dizer ao Brasil
Ao lançar nova edição de seu livro sobre a OpenAI, Karen Hao sustenta: corporação de Sam Altman quer transformar tecnologia promissora em máquina de alargar desigualdades e eliminar direitos. Respostas: resistência social e código aberto
A natureza das coisas invisíveis, que chega ao cinema, gira em torno de duas meninas: a filha da enfermeira e neta de uma paciente com demência. Muita coisa se revela aos poucos, com sutileza e em três formas de apreender o mundo: o das crianças, o de suas mães e o dos idosos
Vítimas da precarização, trabalhadores negros seriam os mais beneficiados com a redução da jornada. Também seria possível combater outra desigualdade racial: a “pobreza de tempo”, que impacta na saúde mental e acesso à educação, alimentando um ciclo vicioso de exclusão
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