Para recordar Paulo Freire

Livro de Irène Pereira atualiza a a importância desse autor e convoca ao engajamento. Escrito na França, poderia abordar, também, o não-diálogo entre Freire e pensadores como Foucault e Guatari

Por Marcos Reigota

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RESENHA DE:

Paulo Freire, Pédagogue des opprimé.e.s.

PEREIRA, Irène

Paris: Libertália, 2017. 169 p.

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O livro de Irène Pereira, pesquisadora e professora de filosofia da Escola Superior de Educação da Universidade de Paris-Créteil, tem o subtítulo “Uma introdução às pedagogias críticas” presente na apresentação, mas não na capa. A autora o escreveu com a intenção de tornar mais conhecido na França o pensamento politico-pedagógico de Paulo Freire, assim como as vertentes críticas da pedagogia contemporânea. Os argumentos que apresenta para atingir seus objetivos são louváveis e o trabalho, que se quer introdutório (portanto elementar), apresenta implícita e explicitamente os motivos pelos quais tanto Paulo Freire como as pedagogias críticas são vitais para resistir aos argumentos pedagógicos neoliberais que, também na França, são muito fortes (p. 109).

O primeiro parágrafo da primeira página nos traz, em português, o slogan “Basta de Paulo Freire!”, utilizado pelos movimentos conservadores, autoritários e neofascistas no Brasil, relacionando-os com movimentos franceses similares. Irène Pereira discorre sobre como que Paulo Freire, de autor e militante símbolo da resistência intelectual à ditadura civil e militar iniciada com o golpe de Estado de 1964, provoca tanto ódio e discriminação nos dias atuais. A feroz oposição a Paulo Freire, nas ruas, nos meios de comunicação, nas redes sociais e também nas universidades não ocorre apenas no Brasil. Nos EUA os professores e professoras do Arizona foram proibidos de ler “Pedagogia do Oprimido”. O recente movimento de oposição a Paulo Freire, com as características acima, merece análise aprofundada e que não repita as noticias difundidas na mídia comercial e ou pelas redes sociais, ou ainda (e principalmente) pautada em conhecidos argumentos de intelectuais e grupos próximos e apoiadores dos governos de centro-esquerda que marcaram a América Latina nas duas primeiras décadas do século XXI, citados pela autora de forma positiva.

Não encontramos no livro de Irène Pereira uma análise crítica que fuja do que já se sabe sobre o desmoronamento dos históricos argumentos e princípios caros tanto ao pensamento de esquerda democrática quanto às propostas de Paulo Freire. Sem o aprofundamento e análise do surgimento e crescimento dos movimentos conservadores, autoritários e neofascistas em países com diferentes experiências politicas, uns com longa tradição colonizadora como é a França e outros com longa experiência colonizada e ditatorial, como o Brasil, a proposta politico-pedagógica de Paulo Freire corre o risco de ficar marcada como um discurso datado e adequado aos nostálgicos de uma militância que foi superada pelos acontecimentos e pelos equívocos provocados por muitos dos seus adeptos ao chegarem ao poder. Os estudos (auto) críticos ainda precisam ser feitos para que os princípios e valores que marcaram a esquerda e tão presentes na obra freireana reconquistem o seu espaço. Esse desafio está posto para a geração de pesquisadores e pesquisadoras de Irène Pereira.

Nesse sentido a urgência e as possibilidades da pedagogia freireana, como as colocadas por ela, no espaço de alta visibilidade e prestígio em que atua, nos parecem fundamentais e o seu livro traz uma significativa contribuição que extrapola as fronteiras da França. A autora oferece alguns exemplos da aplicação e influência contemporânea da pedagogia freireana em diferentes países. Entre eles encontramos a experiência educativa do MST no Brasil e o movimento dos bacharelados populares na Argentina. Ela também observa a extensa produção teórica, influenciada por Paulo Freire, publicada em inglês, notadamente nos EUA, a partir dos anos 1980, como frente de combate ao neoliberalismo, originando o que ficou conhecido como “pedagogia crítica” naquele país, na qual se encontram, entre outros e outras, Antonia Darder, bell hooks, Donaldo Macedo, Henry Giroux, Ira Shor e Peter McLaren.

A autora enfatiza o desconhecimento, na França, desse movimento politico e pedagógico e procura observar os motivos pelos quais as pedagogias críticas e Paulo Freire continuam pouco conhecidos no seu país. Essa inquietação e questionamentos da autora provocam algumas reflexões que merecem alguns comentários: Entre os autores francófonos caros a Paulo Freire podemos citar Albert Memmi, Franz Fanon e Jean Paul Sartre e seria interessante observar como que o pensamento “metropolitano” parisiense acolheu e ou recusou esses autores a partir, principalmente, dos anos 1970. Chama a atenção o fato de que em nenhum momento Irène Pereira se refere à relação e diálogo de Paulo Freire com o pedagogo marxista francês Georges Snyders. Relação essa que apresenta um aspecto importante, pois o movimento pedagógico marxista ortodoxo que combatia Paulo Freire no Brasil (SILVA: McLAREN, 1993), do qual fazia parte José Carlos Libâneo (um dos dois únicos autores brasileiros citados pela autora com a observação de que a relação de Libâneo com Paulo Freire “é relativamente crítica” (p. 167), utilizava o livro “Escola, classe e luta de classes” de Georges Snyders como um de seus principais argumentos (REIGOTA, 2013).

Irène Pereira também não aborda o ensurdecedor silêncio em relação a Paulo Freire em estudos, artigos e manifestações públicas de autores franceses que lhe foram contemporâneos, e que entre os quais se encontram: Félix Guattari, Jacques Derrida, Michel Foucault, Pierre Bourdieu, Serge Moscovici e entre os vivos, Edgar Morin e Jacques Rancière. Todos eles tiveram e ainda têm intensa relação com o Brasil, tendo sido professores e ou orientador de brasileiros, como é o caso de Pierre Bourdieu. A presença de Michel Foucault no Brasil, principalmente nos anos 1970, e a sua convivência com intelectuais brasileiros está amplamente documentada. Se desconhece, no entanto, qualquer referência, observação ou comentário público de Foucault a Paulo Freire. No caso de Serge Moscovici, que realizou inúmeras viagens ao Brasil e conviveu com pesquisadores e pesquisadoras brasileiros, aqui e em Paris, se desconhece qualquer referência, ou aproximação, por parte dele, da noção de leitura de mundo de Paulo Freire, com e na teoria das representações sociais.

Em uma entrevista realizada nos EUA, quando indagado sobre Paulo Freire, Jacques Derrida disse ter ouvido, naquele momento, esse nome pela primeira vez. Henry Giroux se mostrou bastante incomodado com esse desconhecimento de Derrida (ROBBINS, 2006, p.118). O caso mais emblemático talvez seja o de Félix Guattari, que circulava nos mesmos espaços que Paulo Freire, nos últimos anos da ditadura civil-militar, a saber: na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; entre os movimentos sociais próximos ao PT e na intimidade de Lula, que lhe proporcionou uma longa e importante entrevista, publicada em livro pela influente (na época) Editora Brasiliense. Teriam Paulo Freire e Félix Guattari se encontrado nessas ocasiões? As possibilidades foram inúmeras, no entanto ao se referir sobre educação e escola nos seus últimos textos o autor francês constantemente se refere a Celestin Freinet e até o momento são desconhecidos textos ou outros documentos em que ele se refere a Paulo Freire (REIGOTA, 2016).

O livro de Edgar Morin “Os sete saberes necessários à educação” é muito próximo da proposta pedagógica de Paulo Freire como observa o pesquisador congolês Chrysostome Cijika Kayombo (2018, p.21). No entanto Edgar Morin não se refere a Freire e parece desconhecê-lo. O caso mais recente está relacionado com Jacques Rancière e seu livro “O mestre ignorante” (LEWIS, 2010). Quando em uma entrevista Rancière foi indagado sobre as aproximações possíveis do mestre ignorante Jacotot com Paulo Freire, ele não mostra, como Derrida, desconhecê-lo, mas comete o equívoco de submeter o pensamento de Paulo Freire a um método pedagógico quando, ao diferenciá-lo de Jacotot, afirma: “na medida em que a educação de Paulo Freire supõe algo como um método, como um conjunto de meios para instruir os pobres como pobres, há uma grande distância com o “método” Jacotot, que não é um método.”(RANCIÈRE; VERMEREN;CORNU; BENVENUTO, 2003, p.199).

Com as observações acima é possível considerar que a inexistência de diálogos entre Paulo Freire e alguns dos mais renomados e conhecidos nomes da “french fheory” tenha sido um dos motivos pelos quais ele tenha sido negligenciado na França. Entre os livros de Paulo Freire que Irène Pereira destaca encontra-se o “Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa”, publicado na França em 2006 e republicado em 2013 com um primoroso prefácio da segunda esposa de Paulo Freire, a sua mais importante interlocutora nos seus últimos dez anos de vida e zelosa difusora do seu espólio intelectual e político: Ana Maria Araújo Freire. No livro de Irène Pereira se constata a ausência da devida abordagem ao trabalho e ao diálogo de Nita Freire com autores e autoras no Brasil, na Alemanha, nos EUA e em outros países de língua inglesa e espanhola não ligados aos Institutos Paulo Freire.

O “bifurcamento” na difusão da pedagogia freireana e do seu legado, promovidos por Nita Freire e pelos Institutos Paulo Freire também merece estudos mais aprofundados. Mas até o momento o que encontramos são posicionamentos e nesse sentido a ausência de Nita Freire e a ênfase de Irène Pereira a autores e atividades ligados aos Institutos indica a escolha feita por ela. A atenção dada por Irène Pereira ao livro “Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa” contribui com o processo de ressignificação das práticas e atuação política nas diferentes dimensões, desafios, exigências e possibilidades oferecidas na vida cotidiana. Ao contrário da dimensão politica macroestrutural presente no “Pedagogia do Oprimido”, no seu último livro publicado pouco antes do seu falecimento Paulo Freire se concentra na dimensão politica, ética, transformadora e revolucionária das práticas pedagógicas, no qual enfatiza a importância dos conteúdos, dos conhecimentos dos e das estudantes e a incontornável presença das características sociais, culturais, de gênero e de raça para todos e todas que se encontram em relação. Com “Pedagogia da autonomia” é possível afirmar que a micropolítica das práticas sociais e pedagógicas cotidianas visando a autonomia adquirem amplo significado e que é por essa via, pela micropolítica das relações no cotidiano escolar, que se torna possível realizar a politica autonomista de resistência aos mecanismos de anulação, de subordinação e de aniquilamento de todos aqueles e aquelas que insistem em não aceitar os padrões de vida, de consumo, de ação politica e processos educativos impostos pelos poderosos e conservadores grupos econômicos, midiáticos e políticos. A ressignificação do legado de Paulo Freire no contexto planetário passa necessariamente pelos aspectos desse livro, pois os princípios e argumentos que marcaram a práxis freireana continuam extremamente válidos e pertinentes, em todos os lugares onde a força do capitalismo devastador e neocolonial se faz e se fizer presente.

Como se sabe e a autora observa, “Pedagogia da Autonomia” é resultante da atuação de Paulo Freire como Secretário de Educação da cidade de São Paulo no governo de Luiza Erundina de Sousa. Esse período tem sido estudado e a documentação a respeito é razoavelmente abundante. O que poucos abordam são as criticas recebidas por Paulo Freire de seus pares. A critica mais contundente e de impacto público foi a do filósofo e professor da Unicamp, Roberto Romano (1990) em um artigo de opinião publicado no jornal Folha de S. Paulo, que comparava Paulo Freire ao ditador comunista Nicolae Ceausescu, executado meses antes na Romênia[1]. Roberto Romano acusava como autoritarismo digno de um ditador comunista a presença das obras de Freire e de alguns dos seus mais próximos colaboradores na lista oficial de textos obrigatórios ao concurso de ingresso, como professor, no sistema municipal de ensino. A forte oposição, de esquerda, a Freire no contexto acadêmico brasileiro merece estudos mais amplos. Não era esse o objetivo de Irène Pereira, mas considerando a influência da “french theory” na produção acadêmica brasileira das últimas décadas, isso nos coloca diante de uma variável a ser analisada.

A autora enfatiza várias conexões do pensamento politico e pedagógico de Paulo Freire com outras vertentes em elaboração, por uma nova geração de pesquisadores e pesquisadoras nos EUA e na Suécia, e particularmente com o pensamento decolonial em elaboração em diferentes países, e os relaciona com autoras como bell hooks (em vários momentos grafado incorretamente) e Judith Butler, conhecidas pela pertinência e contundência de suas propostas teóricas e políticas, que servem como indicativos e argumentos para reivindicar a necessidade de uma maior atenção dos e das colegas franceses ao que se passa no mundo. Atenção essa devida aos desafios relacionados com as questões de gênero, sexualidade, religião, diversidade cultural e meio ambiente.

Em algumas das mais influentes universidades de língua francesa, que recebem estudantes do mundo todo, há uma considerável produção teórica e associações relacionadas com Paulo Freire desde, pelo menos, os anos 1970, que Irène Pereira não aborda e que nos parece pertinente. Na Universidade do Québec, a professora Gine Thésée e o professor Paul Carr explicitam a influência freireana na Cátedra Unesco de Democracia, Cidadania Mundial e Educação Transformadora. Na Bélgica encontramos associações como o Collectif Alpha, atuante desde 1973, voltado para a alfabetização de adultos. Teses e dissertações foram defendidas na Universidade Católica de Louvain-la-Neuve, por entre outros e outras, Balduíno Antonio Andreola (1982, 1985) e Cécile Gerard (2000). Ainda na Bélgica, mas em território flamengo, a Universidade Católica de Leuven (KUL) homenageou Paulo Freire em 1975 com o título de doutor honoris causa, e a francófona Universidade de Mons-Hainaut lhe concedeu a mesma honraria em 1992.

O professor Manfred Peters, um dos mais conhecidos especialistas belgas da pedagogia freireana voltada para a cultura de paz, atuou durante longo período como professor da Universidade de Namur, realizando trabalhos em diferentes países africanos. Em 1980 Paulo Freire foi contemplado com o prestigioso Prêmio Roi Baudoin e em 1996 a socióloga e cineasta Anne Remiche-Martynow realizou o documentário “Paulo Freire e a educação para a liberdade” (L’éducation à la liberté). Na Suiça, além do profícuo trabalho de uma década no Conselho Mundial de Igrejas, com forte impacto na África, na Oceania e em países europeus como a Alemanha e Itália, assim como com as comunidades de imigrantes na Suiça (entre eles os exilados da ditadura espanhola de Francisco Franco), Paulo Freire foi professor da Universidade de Genebra (onde recebeu o titulo de doutor honoris causa em 1979). Nessa universidade o seu convívio com influentes educadores suíços, como por exemplo Pierre Dominice, deixou uma produção acadêmica e politica significativa. Em tempos mais recentes, na mesma Universidade de Genebra, o trabalho do professor Abdeljalil Akkari tem nos fornecido perspectivas novas. Ainda em Genebra o coletivo Microssillons, formado por jovens pesquisadores, realiza releituras estéticas e práticas artísticas da obra de Paulo Freire, atuando com grupos sociais vulneráveis.

No retorno à França se observa que há uma nova geração de pesquisadores e pesquisadoras que têm se dedicado a estudar Paulo Freire, geração essa da qual participam, além de Irène Pereira, Letitia Trifanescu (2016), Oussama Naouar (2014) e Stanislas Ruguduka Baleke (2009). Será de grande importância para as pedagogias críticas se essa nova geração (na França e fora dela) de educadores e ativistas puder dialogar e trocar suas perspectivas com a nova geração de pesquisadores das pedagogias criticas e das pedagogias pós-criticas e pós-estruturalistas (essas não foram abordadas pela autora) situadas nos mais diferentes cantos do planeta, atuando com os mais diversos temas, idiomas e linguagens. Por essas questões e por tantas outras que o espaço de uma resenha não comporta, o livro de Irène Pereira é um acontecimento para além de suas fronteiras territoriais e merece a atenção de todos e todas envolvidos nas lutas sociais e desafios culturais, ecológicos, políticos e pedagógicos do tempo presente tendo claro, como observa Chrysostome Cijika Kayombo (2018, p.21), que não podemos nos contentar em apenas ler Paulo Freire, pois ele nos provoca engajamento.

NOTAS

[1] Verificar também na sessão “Painel do leitor” do mesmo jornal, carta de um leitor contrária ao professor Romano (08/03/1990) e em 11/03/1990 a resposta do professor Romano e logo abaixo carta de um leitor (com assinatura de outras 50 pessoas) também contrária ao filósofo e professor da Unicamp. Sobre esse período foi publicado na França, em 1991. L’Éducation dans la ville de Paulo Freire que teve uma resenha publicada na França: REIGOTA, Marcos. L’Éducation dans la ville: un livre de Paulo Freire. Revue Française de Pédagogie, n. 106, p. 122-12, 1994.

REFERÊNCIAS

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ANDREOLA, Balduíno Antonio. Emmanuel Mournier et Paulo Freire: une pédagogie de la personne et de la communauté. 1985. Tese de doutorado – Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Universidade Católica de Louvain, Louvain-la-Neuve, 1985.

BALEKE, Stanislas Ruguduka. De la transmission au partage des savoirs selon Jacques Maritain et Paulo Freire: prolégoménes à une pédagogie du développement em Afrique. 2009. Tese (Doutorado em educação) – Université de Lyon, Lyon, 2009.

GERARD, Cécile. Apprendre pour liberer: analyse de pratiques d’éducation permanente a Luttes-Solidarités-Travail. 2000. Dissertação de mestrado (Licence) – FOPES- Universidade Católica de Louvain, Louvain-la-Neuve, 2000.

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NAOUAR, Oussama. Paulo Freire: figures du pédagogue, imaginaire du pédagogique. Paris: L’Harmattan, 2014.

RANCIÈRE, Jacques; VERMEREN, Patrice; CORNU, Laurence; BENVENUTO, Andrea. Atualidade de o mestre ignorante. Educação & Sociedade, v. 24, n. 82, p. 199, abr. 2003.

REIGOTA, Marcos. A ecosofia de Félix Guattari e suas conexões tropicais. In: ROMAGUERA, Alda; AMORIM, Antonio Carlos (Orgs). Conexões: Deleuze e máquinas e devires e … Rio de Janeiro: DP& Alli, 2016. p. 77-91.

REIGOTA, Marcos. Affection, environmental education and politics: encounters with Nita and Paulo Freire. The International Journal of Critical Pedagogy, v. 5, n. 4, p. 41 – 49, 2013.

ROMANO, Roberto. Ceaucescu no Ibirapuera. Folha de S. Paulo, São Paulo, 1 mar. 1990.

ROBBINS, Christopher G. (Ed.). The Giroux Reader. New York: Routledge, 2006.

SILVA, Tomaz Tadeu; MCLAREN, Peter. Knowledge under siege: The Brazilian debate. In: LEONARD, Peter; MCLAREN, Peter (Eds.). Paulo Freire: a critical encounter, London/New York: Routledge, 1993. p. 36-46.

TRIFANESCU, Letitia. Processus d’émancipation et mise em récit de l’éxperience migratoire clandestine. Recherches & Éducations, v. 16, p.141-153, 2016.

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Marcos Reigota é pesquisador na Universidade de Sorocaba (SP)-CNPq.

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