Como as velhas mídias tentam navegar na internet

Pioneiros como o Guardian, New York Times, BBC e CNN conseguiram firmar-se. Centenas de empresas patinam e as que veem a rede como mero “complemento” tendem a naufragar

Por Cassiano Gobet, no Moxphere

Quando estourou a primeira bolha da Internet no começo da década passada, os editores dos grandes meios de comunicação sorriram com schadenfreude, felizes que, no fim, a Internet não era nada além de uma moda. Pouco depois, com a recuperação, a maioria esmagadora deles admitia que o digital era inevitável e que estavam determinados a apostar forte na nova mídia. Uma década depois do fim da bolha, as empresas que tiveram coragem de adotar uma política para as mídias digitais estão muito á frente, enquanto os tradicionalistas estão agarrados a uma âncora após o naufrágio.

(para ler na íntegra, clique aqui).

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Um comentario para "Como as velhas mídias tentam navegar na internet"

  1. Valdir Lopes disse:

    Realmente uma discussão pertinente já que os novos meios de comunicação criados pela revolução tecnológica possibilitam outras possíveis relações de transmissão de informações. Penso também que essa nova era da informática também tem mudado o modo como encaramos os objetos culturais, principalmente a literatura. Já disseram que o livro impresso seria coisa do passado. Ainda não aconteceu, mas poderá acontecer (v. surgimento do e-book e tablet). E todos devemos estar atentos para essa mudança: nós consumidores e produtores.

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