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Em sete anos, eles perderam 3,8 milhões de filiados no Brasil. Emerge uma cultura do individualismo, que somada à crise, empurra milhões ao desemprego, à precarização e ao desalento. Enfrentar este cenário exigirá novas estratégias
Análise de PLs “progressistas” sobre os direitos trabalhistas dos uberizados. Dois deles são limitados: apostam na criação de categoria intermediária ou lei especial. Outro, incorpora-os à CLT, mas deixa muitas questões em aberto…
Categoria tem mais de 6,5 milhões; dois terços são mulheres, com dupla jornada. Metade tem ensino superior; negros estão em proporção menor. Sofrem o esgotamento e o efeitos dos “cortes” na Saúde; lutam, há anos, por justiça salarial
Pesquisa mapeou violações trabalhistas na cadeia produtiva do grão brasileiro exportado à Europa. Do expresso do Starbucks às prateleiras do Carrefour e Tesco, complexa rede de “fazendas terceirizadas” e certificados falsos mascara violações
Sistema se remodela para continuar igual. Hoje, moldar o imaginário de precarização é central: o bom colaborador é proativo, polivalente e flexível. Desenraizado de sindicatos, almeja a sociedade de consumo – mas só dispõe de sua força de trabalho
Boa parte do que ganham é gasto apenas para se manter online – e empresas não se responsabilizam para evitar vínculo. Fazem dívidas com operadoras para conseguir trabalhar. Conexão precária compromete entregas e acarreta em punições
Em duas imagens, a trajetória do capitalismo dependente brasileiro e a continuidade das raízes escravistas e patriarcais. Nos corpos-olhares de mulheres negras, as migrações forçadas, expulsões e condições periféricas a que a maioria é sujeitada
Neste ano, o país bateu recorde histórico: 53 milhões estão desocupados, subutilizados ou desalentados. Mas cínicos, governo e empresariado usam o vírus para esconder tragédia da “reforma” trabalhista – e a centralidade da vida à Economia
Precarizados já conquistam direitos como férias, reajuste salarial e licença médica. Mas corporações reagem, e tentam burlar novas leis por meio de terceirizadas. No Brasil, “reforma” trabalhista pode ter aberto brecha à luta
A distopia dos operários digitais que “ensinam” carros autônomos a dirigir, moderam conteúdo nas redes sociais e fornecem dados para a ensinar as máquinas. Eles estão nos países periféricos, cumprem horas exaustivas e recebem uma miséria
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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