A noite em que o Brasil encarou a ditadura do automóvel

Milhares de pessoas exigem, nas ruas de 35 cidades, políticas em favor da bicicleta e do transporte público — e fazem do 6 de Março uma data histórica. Veja cobertura fotográfica do Fora do Eixo

(Para acessar as 293 fotos, em S.Paulo, Rio, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis, Manaus, clique aqui)

São Paulo

Porto Alegre

Belo Horizonte

Rio de Janeiro

Florianópolis

Manaus

Curitiba

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5 comentários para "A noite em que o Brasil encarou a ditadura do automóvel"

  1. Maria de Fatima Felix Rosar disse:

    Importantíssimo dar grande visibilidade a esse movimento, que evidencia
    o que se impôs aos cidadãos comuns do Brasil, por meio dos projetos desenvolvimentistas do passado e do presente.

  2. Omar Peres Simões disse:

    Brasil
    Vamos disseminar esse direito que e de todos, Vamos andar cada vez mais, ninguém mais para a gente. Vamos mostrar que se ele não fazem nada pelo ciclistas os ciclistas vão incomodar ate sermos respeitados.
    Vamos mostrar a nossa cara e não se esconder, vamos pra rua..
    A disseminação da bicicleta foi fabulosa. E vai ser maior ainda na proxima.
    Impressionante, estavamos na av paulista (06/03) e as postagens aconteciam no facebook e imediatamente eramos atendidos por pessoas e amigos que moravam ao redor que ja estavam a caminho e nao perderiam por nada esse bicicleta.
    Ninguem para a gente.
    Abs
    Omar

  3. Germano Wagner Grossklauss disse:

    A SAIDA ECONOMICA E COM SAUDE PARA TODOS

  4. Mariângela disse:

    Importante e oportuna a manifestação. Mas não podemos esquecer que o “NÃO” ao automóvel particular é mais eficazmente ainda dado pela cobrança de investimentos e otimização do transporte de massa por parte dos governos. E completo: tanto mais prescindiremos do automóvel particular se houver de fato o tão falado e pouco praticado “PLANEJAMENTO”. Trabalhar perto de onde se mora, ou seja, ao Estado cabe incentivar, mediante políticas articuladas, a geração de emprego de forma descentralizada. Porque será que os trens e metrôs andam tão abarrotados em São Paulo??? Não tem emprego na periferia, meu!

  5. Amigos,
    Não se planeja empregos perto de residências, e nem residências perto de empregos. As pessoas moram onde podem, e não raro também trabalham onde podem. O que falta são mais e melhores meios de transportes coletivos, se possível sobre trilhos. Isso, sim, está escapando de planejamentos, e da falta de vontade para investir. Governo não pode decidir onde as pessoas moram e trabalham, mas podem decidir como, onde, quando e quanto, no que diz respeito aos transportes.

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