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De forma irresponsável, EUA e Israel iniciam corrida armamentista através de “robôs guerreiros” e chatbots. Com eficácia questionável, tecnologias podem levar a desastres. Por trás delas, estão a fantasia inovacionista, interesses do rentismo e o lobby das Big Techs
Um olhar sobre a indústria global de armamentos. Em 2023, faturamento chegou a US$ 632 bi — mais do que o necessário para erradicar a fome no mundo. Cinco maiores empresas, são norte-americanas. E a OTAN prepara-se para encomendar muito mais…
Relatório aponta: gastos bélicos do Velho Continente cresceram 21% em um ano. O dinheiro que falta aos serviços sociais e à reindustrialização está na mão dos militares. Saída: superar a tutela da Otan – e vislumbrar cooperação com a “demonizada” Rússia
Gastos militares dos EUA, que já representam 39% dos globais, estão prestes a ser turbinados. Alemanha quebra tabu pós-guerra e investe pesado em guerra. França e Inglaterra aceleram. Grandes corporações da indústria bélica esfregam as mãos
Com dronificação, robótica e inteligência artificial, conflitos desumanizam-se ainda mais. Já não é preciso mobilizar consensos ou tropas, basta apertar botões. Sob o advento de armas autônomas, tensões serão exportadas à periferia global
Em 2019, despesas militares somaram quase U$ 2 trilhões, recorde desde 1988. EUA lideram, com enorme folga – e seis países da OTAN, sozinhos, gastam tanto quanto o resto do mundo. China é a segunda da lista; Rússia, a quarta
Gasto militar dos EUA volta a crescer e já é semelhante ao PIB da Holanda ou Suíça. Alta deflagra corrida global às armas. Para completar, tratados de paz estão ameaçados de extinção
Potências militares querem usar armas que escolhem seus alvos humanos, matam em massa e não podem ser responsabilizadas. Surge campanha pra bani-las
Nova geração de robôs armados permitirá identificar e matar seres humanos de modo automático. Chomsky, Stephen Hawking e centenas de cientistas pedem proibição
Democracia liberal parece esgotada. Em crise, a dominação ocidental torna-se mais agressiva – e ameaça o planeta. Quais os caminhos para alternativas? Nossa Retrospectiva relata outro ano em busca de saídas e convida a um 2026 decisivo
Acordo Mercosul-UE pode aprofundar a reprimarização brasileira e a subordinação geopolítica, afinal, recursos hídricos para implantação de data center e reservas de terras raras do país são cobiçados. Para freá-lo, o exemplo europeu: mobilização dos trabalhadores
Tramita na Câmara proposta que, sob a promessa de garantir direitos, pode aprofundar a exploração. Ao criar a categoria de “trabalhador plataformizado”, dá respaldo aos poderes de patrões das corporações, sem que assumam responsabilidades
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